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Clínica de saúde dobra o número de consultas a pacientes com RTLS

O software da Versus utiliza dados de localização para ajudar o pessoal da clínica a identificar o status de cada sala (vazia ou em uso), monitorar visitas, automatizar o sistema de chamada de enfermeiras, determinar quais exames foram executados em cada paciente etc.

Ao chegar à clínica, o paciente faz check-in no balcão fornecendo dados como nome, razão da sua consulta, data e nome do médico. O paciente recebe então um crachá com a tag Versus IR-RFID, contendo seu número de identificação pessoal. O software da Versus faz então as conexões com o sistema Centricity, software para gestão da clínica. Assim, um funcionário pode visualizar um mapa da clínica com o software Versus e identificar quais salas de exame estão disponíveis. O sistema codifica o status de cada sala com base na presença ou não de pacientes.

Quando um paciente caminha para uma sala, o número de identificação em seu crachá é capturado pelo sensor de IR, bem como pelo leitor RFID no corredor. A sua localização é determinada e fica registrada no software, o que também atualiza a imagem do mapa da clínica, indicando assim a presença do referido paciente em uma sala de exames específica.

Quando um assistente médico entra na sala, o sistema capta o seu número de ID e atualiza o software para indicar qual funcionário falou com o paciente naquele momento. Ao sair, o funcionário pressiona um botão em seu próprio crachá, indicando que o seu trabalho está terminado e o sistema passa a exibir a sala em amarelo, indicando para o médico que o paciente está pronto para ser examinado. Se um equipamento, como uma máquina de eletrocardiograma, é trazida para a sala, o sistema também é atualizado para indicar qual procedimento o paciente está recebendo.

Uma vez que um médico termina de examinar o paciente, ele pressiona um botão no seu próprio crachá, dizendo que a consulta acabou e, então, é exibida uma mensagem para o pessoal de atendimento que o paciente está pronto para sair. Os empregados, em seguida, sabem quando o paciente deixou a sala e que a mesma está pronta para ser limpa e preparada para próximo ocupante.

O software fornece uma lista indicando em que sala está localizado cada equipamento, bem como o tempo que permaneceu naquele lugar, permitindo assim que a clínica possa reduzir o tempo que os funcionários gastam procurando pelo ativos médicos. Além disso, o sistema fornece dados históricos, tais como o tempo que cada paciente passou em cada área, o período de tempo que cada médico ou assistente passou com o paciente e onde houve atrasos. A análise dos dados pode também ser dividida por departamentos, por exemplo, para determinar a duração média de uma consulta na área de oftalmologia.

Desde a instalação do sistema em 2010 na Canyon Park Clinic, a unidade recebeu a mais alta avaliação de satisfação dos pacientes, com 91% no segundo ano de uso da tecnologia. Além disso, como agora o pessoal da clínica gasta menos tempo procurando equipamentos, colegas de trabalho ou doentes, cada funcionário ganhou tempo adicional para atender os chamados dos pacientes, de acordo com relato da Pacific Medical Centers.

A Pacific Medical Centers está atualmente no processo de implantação da solução em outras clínicas. No futuro, a Pacific Medical também espera usar os dados dos sistemas RTLS para fornecer aos médicos um acesso automático aos registros. Quando um médico e um paciente estão em uma sala de exames juntos, por exemplo, o sistema pode usar a identificação do médico para fornecer-lhe um acesso automático a um PC dentro da sala, sem exigir que o médico tenha de digitar uma senha, e, usando a ID do crachá do paciente, apresentar os registros médicos personalizados na tela do mesmo computador.