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Lojas brasileiras Siberian e Crawford terão RFID até o final deste ano

Diante desta expectativa, a estratégia do VGB para inserir RFID nas outras duas redes de lojas, segundo o Chief Information Officer (CIO) do VGB, Emerson Santangelo, será inicialmente fazer um estudo completo dos processos de cada uma e começar com a implantação da tecnologia nos novos estabelecimentos a serem inaugurados.

Somente depois de realizar as implantações nas novas lojas e de obter o aprendizado inerente a esta tarefa, as demais lojas em operação das redes Siberian e Crawford – ou seja, as que já estão em funcionamento hoje – passarão pelo processo paulatino de adesão ao novo pacote de processos e tecnologias.

Facilidade para localização de peças de vestuário com RFID

“Trabalhamos com uma equipe de Analistas de Negócios para adequar os processos à nova tecnologia”, afirma Santangelo. “Quanto ao processo novo, estamos muito confiantes, porque já conseguimos observar melhorias”, comentando o caso da Memove, que já nasceu 100% baseado em RFID.

“O primeiro objetivo é ter este novo processo nos fabricantes e no Centro de Distribuição (CD). Este seria o primeiro passo [para inserir RFID nas cadeias de suprimentos das lojas Siberian e Crawford]. Ainda não dá para fazer uma adaptação completa de todas as lojas”, explica o CIO, dizendo que o VGB tem um número total aproximado de 120 estabelecimentos no Brasil.

As roupas comercializadas pela VGB são fabricadas por empresas de confecção selecionadas, a partir de projetos de design de moda realizados por estilistas da companhia. “Nós temos a nossa área de estilo, que desenvolve os produtos e temos os nossos confeccionistas. No processo de fabricação tem toda a parte de aviamentos, quando são inseridos botões e etiquetas, por exemplo, e no qual também são inseridas as etiquetas de RFID nas peças de roupas”, relata Santangelo. “Praticamente não mudamos nada na fabricação em si”.