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Hospital Geral de Toronto General usa RTLS para reduzir transmissão de infecções

Cada crachá transmite um sinal de ultrassom codificado com um identificador único. O sinal da tag é capturado por um dos receptores dentro da área e o número de identificação da tag é encaminhado por sinais de 2,4 GHz RF (usando um protocolo de interface aérea com base no padrão IEEE 802.15.4).

Cada paciente usa um clip-on distinto ligado à pulseira de identificação (ID) do hospital. Esta tag também transmite o seu próprio número de identificação único, que está ligado ao nome do indivíduo e detalhes específicos de sua saúde. Da mesma forma, as etiquetas Sonitor coladas aos ativos, tais como bombas ou colchões, transmitem dados para receptores sobre sua localização, que depois são encaminhados para o servidor central.

Em seguida, o software fornece várias funções. Interpreta e registra todos os locais das tags (com base no receptor que a detectou). O sistema cria, então, um registro sobre quais indivíduos e itens estiveram em contato a cada momento. A solução controla quando um trabalhador visita uma estação de higiene das mãos ou um paciente, assim, como registra a identidade do paciente. Também monitora o equipamento que foi utilizado com que o paciente e aonde os itens foram levados, tais como para a sala de limpeza ou para outro paciente. Se o procedimento correto não é concluído, como uma peça de equipamento não ter sido higienizada, o sistema também monitora o incidente e pode sinalizar detalhes para os usuários de software de gestão hospitalar.

Gardam diz que fornece os resultados de coleta de dados para os gerentes das unidades, mas não isola informações específicas de um indivíduo. Os funcionários são agrupados pelo software e a informação é recolhida por equipe e não por indivíduos. Por exemplo, se um membro da equipe de enfermagem não lavar as mãos, esta pessoa abaixa as estatísticas de toda a equipe e, então, a gerência da equipe terá de reeducar o grupo inteiro para incentivá-los a voluntariamente aumentar o número.

O diretor não espera que cada funcionário se voluntarie para usar o sistema. Mesmo com a ausência de dados dos que não participam, diz ele, "é ainda um milhão de vezes melhor do que o que fazíamos antes", como realizar auditorias esporádicas sobre o cumprimento das normas de lavar as mãos. "Trata-se de melhoria", afirma.

Dos 200 funcionários da instituição, 16 se inscreveram ao programa de voluntariado. "Acho que o retorno que teremos com o uso deste sistema será grande", diz Gardam. "Vai ser como levantar pedras e ver o que está por baixo".