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Metade dos varejistas dos EUA já adotam RFID para cada item

Para entrevistados que ainda não implementaram RFID dentro de suas operações, 48% dos varejistas indicaram que estão pensando seriamente em testar a tecnologia no futuro próximo, enquanto cerca de 14% disseram que atualmente não têm planos de implantar RFID. O estudo também descobriu que, para a maioria dos fornecedores que utiliza a tecnologia, os pedidos do varejo foram impulsionadores da adoção de RFID – 80% relataram ter adotado para satisfazer os pedidos dos clientes (varejistas).

Além disso, dos 48% dos fornecedores que não implantaram RFID, apenas 17% disseram que estão pensando seriamente em testar a tecnologia no futuro próximo, enquanto que 56% indicaram ser cautelosamente otimistas em relação ao RFID, mas que pretendem esperar mais para ver o progresso do uso da tecnologia.

Uma das principais preocupações, diz Beverly, permanece no custo das tags. O custo das etiquetas passivas EPC Gen 2 de ultra-frequência (UHF) está diminuindo de modo constante, embora a maior queda tenha ocorrido em 2009, quando o custo das tags despencou cerca de 33% em relação a 2008. No entanto, afirma Beverly, "nós vimos que as pessoas sentiram que o custo foi uma das maiores barreiras para a adoção de RFID". O custo de etiquetagem e de hardware foram os mais citados como desafios pelos entrevistados. Portanto, dizem os autores do estudo, como o preço das tags continua a cair, uma adoção mais ampla de RFID provavelmente ocorrerá em breve.

Além disso, segundo Beverly, o estudo também concluiu que a preocupação com a maturidade da tecnologia é baixa, tanto para os varejistas como fornecedores. Isso, diz ele, é outro sinal de que a adoção de RFID pode ter um aumento.

O relatório apresenta ainda um cálculo da taxa de vendas necessária para pagar um investimento em RFID. Assumindo um custo de tag total (incluindo produtos e serviços, para a implantação) de 30 centavos e uma margem de lucro unitário de US$ 1 para o item que está sendo marcado, a margem da venda teria de ser elevada em 30%, a fim de chegar ao “break-even” (ponto de equilíbrio entre gastos e receita). No entanto, para um item com uma margem de lucro unitário de US$ 20, o aumento das vendas só precisa ser de 1,5% para atingir o “break-even”. Naturalmente, esse número cai conforme o custo da tag diminui.