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Fabricante belga de peças para aviação rastreia ferramentas com RFID

A tag Max foi aparafusada diretamente sobre cada jogo de ferramentas para então utilizar a unidade de leitura MC9090-G. O software Zetes-RFIDea foi instalado no computador de mão dos funcionários e ativado para visualizar uma lista de todos os equipamentos de cada local. Eles podem simplesmente percorrer a lista para selecionar o que foi marcado ou usar uma função de busca, digitando os primeiros dígitos do número de identificação do equipamento, a fim de encurtar a pesquisa. O número exclusivo da etiqueta de identificação é relacionado com os dados do software no back-end.

Quando movidas, as ferramentas são colocadas em pallets e embrcadas em caminhões. Cada um dos sete edifícios tem uma porta de entrada para os itens. Em cada porta, a Zetes-RFIDea instalou um leitor fixo na parede interna e outro na parede externa. Quando os dispositivos elétricos são transportados para dentro ou fora das instalações, os leitores de captura de ID (identificação) de cada tag e o software Zetes-RFIDea interpretam os dados e fornecem informações para o software Asco. A Zetes-RFIDea ligou com fios cada interrogador a um sensor de movimento.

Os leitores não tentam ler as etiquetas até que o sensor de movimento detecta um objeto em movimento. Se um interrogador lê a marca em um único passo, mas não durante uma tentativa de leitura subsequente, o sistema sabe que a tag passou pela porta e se o dispositivo está entrando ou saindo do edifício. Além disso, pelo rastreamento, quando os sensores de movimento detectam um movimento, o sistema também pode filtrar qualquer tag que passar perto das portas mas não atravessá-las nem para entrar e nem para sair.

Se os administradores da Asco precisam saber a localização de um dispositivo elétrico específico, eles possam acessar o software da empresa de e descobrir em qual prédio o equipamento está localizado, com base em eventos anteriores de leitura. Um trabalhador pode, então, digitalizar as tags dentro do prédio com o leitor portátil MC9090-G, a fim de identificar o dispositivo elétrico procurado. Este processo, diz Coulon, poderia levar dias no passado, mas agora se resolve em questão de horas, ou menos.

Os funcionários da Asco também usam o leitor manual da Motorola para visualizar a lista de equipamentos que precisam ser postos em manutenção e depois de localizá-los. Ao identificar um dispositivo elétrico por sua tag RFID, a equipe utiliza um menu de rolagem e indicar que o trabalho precisa ser realizado. O software foi projetado especificamente para eliminar a necessidade de os funcionários terem de entrar textos pelo dispositivo portátil. Ou seja, cada operador pode usar o menu para selecionar ações de manutenção, além de atualizar os registros existentes.

Os dados podem ser transmitidos através de uma conexão Wi-Fi para o aplicativo da Zetes-RFIDea, que encaminha os dados interpretados para o sistema de gestão (ERP) da Asco. Se não há conexão Wi-Fi disponível, a unidade MC9090-G instrui o usuário a encaixar o dispositivo a uma estação fixa, onde os dados de manutenção podem ser carregados para o sistema de back-end.

De acordo com Coulon, a melhoria da eficiência decorre, principalmente, pelo uso de identificação por radiofrequência pela Asco para armazenar e acessar dados de modo centralizado, dentro do seu próprio software de gestão.