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RFID Esquenta na América Latina

RFID-Quebra de Crimes
Companias, governos e organizações na América Latina estão usando o RFID como uma medida de segurança para combater tráfico, roubo e outros crimes. Na Colômbia, que historicamente enfrentou desafios com o tráfico ilegal de drogas, o exportador Emprevi trabalhou com a Savi Networks para construir uma rede de contatos de RFID 1.700 milhas longa, para localizar recipientes de cargas cheias de mercadorias exportadas das plantas industriais para navios destinados à locais estrangeiros. O sistema de RFID tem 20 pontos de interrogaçao em estradas importantes e em portos na Colômbia que podem ler os sêlos eletrônicos da Savi nos recipientes e detectar se um recipiente já foi aberto ou mexido na rota.

Depois e um ano longo de plano piloto, o projeto está marcado para ser lançado este verão. Isto irá rastrear remessas de vários clientes da Emprevi, das quais includem fabricantes farmacêuticos, produtores de café e fabricantes de bebidas. "Existe um limite mais alto para segurança," diz Lani Fritts, oficial chefe de operações da Savi Networks. "Pessoas não estão tirando coisas de dentro dos recipientes necessariamente, mas colocando coisas nos recipientes de transportes."

No México, aplicações de ante-roubo estão ganhando popularidade. Cedo, este ano, uma compania de ônibus começou a testar um sistema de rastreação de pneus RFID da Actia México para protejer novos pneus, que pode vir à trazer muito dinheiro no mercado negro. O sistema de RFID também pode monitorar o número de kilômetros um pneu foi dirigido, o que pode melhorar as operações de manutenção. E a Universidade Regiomontana, uma das maiores universidades do norte do México, está usando RFID para prevenir o roubo de laptops que fornece à funcionários e professores. Antes do sistema RFID ter sido introduzido em Outubro, aproximadamente 15 por cento dos laptops eram roubados a cada ano. Desde que o sistema, desenvolvido pela Axcess International, foi lançado, nem um dos laptops com targeta de RFID foram surrupiados.

A Argentina no ano passado introduziu o primeiro sistema eletrônico de coleção de pedágio na América do Sul, desenvolvido com o provedor de RFID IPICO, para diminuir velocidade, reduzir congestão e combater a proliferação de veículos sem registro. O Brasil está planejando um programa de RFID de âmbito nacional para registração de veículos; Aproximadamente 30 por cento dos veículos no país não estão correntemente registrados. E São Paulo está trabalhando com a firma de consultação Accenture e outras companias em um plano piloto de RFID para rastrear ums 500 veículos e colocar 24 interrogadores em Jardins a secção congestionada da cidade. A meta é de se melhor administrar o tráfico restringindo o acesso em certos dias da semana, assim como uma ajuda para combater roubo de carros.

Aplicações RFID de acesso e controle estão sendo usadas para protejer o público e cidadões. CIDESI, um centro de pesquisa e desenvolvimento Mexicano em Queretaro, usa RFID ativo para rastreamento de veículo e empregados para controlar o acesso aos edifícios e garagens, de acôrdo com IDZ, uma RFID integradora localizada no México. E nos bairros Mexicanos de renda alta, comunidades fechadas estão usando RFID para restringir o acesso às propriedades. "Você típicamente tem uma grande disparidade entre os que têem e os que não têem," diz o Allan Griebenow, presidente e diretor da Axcess, que forneceu a tecnologia para muitos destes desenvolvimentos. RFID adiciona uma camada de segurança que pode vir a ajudar a guardar contra sequestro e roubo de carro.

Ilustração por Hank Osuna