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RFID Esquenta na América Latina

Saltando para o Futuro
A introdução do RFID para a produção e cadeia de fornecimentos na América Latina tem o potencial de resultados dramáticos; isso pode ajudar as companias e organizações nesta região do mundo em desenvolvimento que ainda não melhoraram ainda seus processos com a ajuda do IT. Os proponentes deste conceito mostram as similaridades no uso da tecnologia de telefone celular na América do Sul que sobresaltaram a tecnologia do telefone de rede e trazem acesso à comunicação para todos os cantos do continente.

"Eles têem agora diferente tenologias para considerarem," diz o Michael Liard, o diretor de pesquisas da ABI Research. "Eles podem considerer o RFID em lugares em que talvez eles não tenham usado nem a barra de códigos ainda."

As economias da América Latina podem realizar um retorno nos seus investimentos no RFID. Mas pulando sobre gerações de tecnologia involverá um investimento substancial, que talvez seja ilusório em economias que ainda estão pelejando com crises financeiras, instabilidade política e até mesmo nacionalização de indústrias, como está acontecendo com a industria do petróleo na Venezuela. Adicionalmente, as operações logisticas têem a tendencia de serem fragmentadas, o que pode representar obstáculos para que se rastreie produtos pela corrente de lojas.

Mesmo assim a região está se desenvolvendo rápidamente, incentivada pela redução das barreiras no comércio com os Estados Unidos, Europa e Ásia. E capital de investimento vindo de fora continua entrando nas economias da América Latina, posicionando melhor a região como centro fabricantes de custo baixo.

"Centros de fabricações de custo baixo dentro da região representa um potencial significante para a targeta de RFID no local de fabricação," diz o Priyanka Gouthman, um analista com a Frost & Sullivan.

Muitas companies na América Latina estão excitadas sobre o RFID mas estão procedendo devagar. "Treinamento é o primeiro paço," diz o Mario Abitbol, chefe do departamento de captura de dados automáticos da GS1 Argentina, que é afiliada à EPCglobal Argentina. "Companias hoje devem tomar parte em treino para começarem a aprender o que se diz respeito à esta tecnologia, em que áreas isto se aplica e como isto irá ser aplicado, porque isto não é uma tecnologia que se ligue e comece a brincar onde um possa substituir as barras de códigos com os chips de frequência de rádio e automaticamente deixá-los funcionar por eles mesmos."

As companies na América Latina estão realizando-se que o RFID não é uma panacéia. Eles entendem, Abitbol diz, que processos completos necessitam ser revisados para que eles possam usar esta nova tecnologia para escorar as vendas domésticas em face do crescimento na competição do importado ou fazer exportações mais competitivas lá fora.