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RFID Esquenta na América Latina

Competindo com Varejos Internacionais
Wal-Mart opera 2.157 SuperCentros, Sam's Clubs, Bodegas, BIG Hypermarkets e outras subsidiárias no México, América Central e América do Sul. Enquanto a gigante global tem estado muda à respeito se vai mover seus requerimentos para o uso de targetas de RFID na América Latina, muitas companias acreditam que Wal-Mart vai começar com o México e trazer o RFID para outras partes de suas operações no Sul e Central América nos próximos anos.

Varegistas na América Latina não estão esperando para que o Wal-Mart dê o primeiro passo. Em Maio de 2007, a Almacenes Exito, um cadeia de lojas Colombiana que dirige 95 lojas em 31 cidades, anunciou que estava pedindo aos seus 50 maiores fornecedores que comecem usar as targetas de RFID em suas mercadorias, para automizar recebimento nos depósitos, melhorar gerenciamento do inventório e rastrear produtos dos centros de distribuição até ao ponto de vendas. Devido a maioria das lojas do Almacenes Exito serem "superlojas"-vendendo uma diversificação de produtos desde alimentos à roupas-a iniciativa RFID irá ter impacto em muitas industrias.

"Ele vê o Wal-Mart chegando em seus países, e eles querem estar à frente com o RFID. Eles são os competidores do Wal-Mart," diz Zebra Ream. "Nós estamos no processo de ajuda [Almacenes Exito] e alguns fornecedores começaram um plano para fornecer os diretores destas cadeias, com a finalidade única de se colocar um mandato aos fornecedores."

CBD, o maior varejista do Brasil, começou a planejar tecnologia de RFID em 2004 para rastrear cargas de mercadorias de fornecedores internacionais como as da Gillette e Proctor & Gamble pela sua cadeia de estoque. "A idéia foi de se entender o balanço para toda a cadeia-o que significava em termos de visibilidade," diz Eduardo Santos, gerente da Accenture em São Paulo, Brasil, que trabalhou no plano piloto.

Porquanto CBD ainda não emplementou o RFID, mais cadeias na América Latina estão experimentando com a tecnologia de rastreamento agora. Coto C.I.C.S.A., uma varejista da Argentina, conduziu um plano piloto RFID em conjunção com EPCglobal Argentina no começo deste ano. Eles aplicaram targetas de RFID com Código de Produtos Eletrônicos aos ítems na linha de pequenos ítems como os utensílios domésticos da linha Top House. Também desenvolveram um sistema de IT para gerenciar movemento e estoque do ítem, incluindo um componente de caixa que permitiu escaneamento de uma vez só do carrinho de compras.

"O RFID é uma oportunidade maravilhosa oferecida pela tecnologia atual para substanciar e aprimorar nosso circuito material, especialmente coleção de estoque e rapidez nas caixas de registro," diz o Daniel Padin, CIO da Coto. "Unecessário dizer que isto necessita ser um processo integrado, junto com nossos fornecedores. Não temos dúvidas nenhuma que esta é a melhor maneira, e precisamos estar bem preparados." Ele diz que toda a cadeia de fornecimento da compania será capacitada por RFID uma vez que os fornecedores adotem o RFID, o que ele estima levará uns treis anos.

Em anticipação de mandatos futuros, algums fabricantes na América Latina já estão testando o RFID. A fabricante de biscoitos e bolos e fornecedora do Wal-Mart, a Colombiana, Compania de Galletas Noel S.A., começou um plano piloto em 2006 para ver se poderia usar a tecnologia de RFID para melhorar as entregas de pedidos, devido à seus produtos terem um tempo limitado de expiração nas prateleiras. Cada caixa de produtos recebeu uma targeta passiva de RFID, incluindo informação assim como o número do lote e a data de expiração do produto. As caixas foram lidas pela cadeia de suprimentos desde o local de produção até ao centro de distribuição em Medellin, aonde os pedidos de vendas e entregas foram reconciliadas. De acordo com Oracle, que trabalhou no plano piloto, a Noel notou que seu processo de barra de código estava sendo executado incorretamente, fazendo dos dados do inventório e carregamento inacurados. A compania planeja desenvolver um sistema de RFID completo no futuro próximo.