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Loja brasileira investe na experiência do cliente

A Confra Lovers de São Paulo (SP), unidade itinerante da Confraria, funciona tipo "pop-up store", utilizando tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID)

Por Edson Perin

10 de julho de 2019 - Com base em tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), a Confra Lovers, unidade itinerante ou "pop-up store" da Confraria, de São Paulo (SP), aposta na melhoria da experiência de suas clientes como forma de ampliar as vendas. Em dois dias de funcionamento, segundo os gestores da companhia, foram computadas 2.800 visitas e vendas de 12 mil peças de roupas, como blusas, casacos, vestidos, saias e macacões.

"Imagine você se cadastrar online para um evento e, ao chegar lá, não precisar se identificar, pois um aparelho de reconhecimento facial já saberá quem você é e deixará você entrar", explica Luciana Cabrini, CEO da Activa-ID, empresa de soluções responsável pela concepção e implantação da RFID em parceria com a RFID Moura. "Logo depois escolhe as roupas, passa no caixa, joga as roupas num cesto que fará a leitura de todos os objetos e calculará o preço automaticamente. Ao sair, ainda recebe um agradecimento personalizado".

Nena Aldin, da Confra Lovers: aposta em RFID para melhorar atendimento
A tecnologia facilitou o processo de cadastramento e pagamento da loja temporária nos dias 8 e 9 de junho, no Espaço Platina. "A pop-up store estava cercada de aparatos tecnológicos para que a consumidora tivesse uma experiência de compras diferenciada e agradável", diz Luciana. "Hoje qualquer varejista pode ter acesso a essas tecnologias para facilitar sua gestão".

A principal atração da loja foi um espelho de reconhecimento facial, na saída do estabelecimento, que identificava o rosto das clientes, fazendo aparecer seu nome e um agradecimento pela presença no evento. "As clientes tiraram fotos, impressionadas com a surpresa tecnológica", completou Luciana.

A Confraria é propriedade da empresária Nena Aldin, que conta com mais de 30 anos no setor de confecção e que começou a usar rede social para mostrar os modelos de roupas de sua loja, o que elevou suas vendas em até sete vezes. "Nossa confecção é democrática. Tem um corte especial que fica excelente para qualquer tipo de pessoa, já que temos roupas do número 36 ao 54", explica a empresária.

"Com as redes sociais, as pessoas não querem nada fake (falso, em português). Elas querem algo que seja real e verdadeiro e é isso que a minha confecção mostra. Mulheres verdadeiras", explica Nena. "Agora queremos melhorar ainda mais a experiência de compra de cada cliente da loja e vamos usar as tecnologias disponíveis para isso".

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