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RetailX começa com o RFID Journal LIVE! Retail

A segunda palestra do dia foi de Mark Roberti, que demonstrou como a transformação digital depende de romper as barreiras do mundo real, ou seja, levar automaticamente aos computadores as informações que estão no mundo físico. "Assim, a RFID também funciona como uma ferramenta para a inteligência artificial ou AI [Artificial Intelligence, em inglês]", afirmou.

Outro assunto abordado por Roberti foi a polêmica questão sobre os custos da RFID comparados com os de Códigos de Barras. "Se trabalhar com Códigos de Barras é realmente mais barato do que RFID, por que as empresas fazem seus inventários apenas uma vez por ano, usando códigos de barras, e as que utilizam RFID realizam mais de uma vez por mês e, portanto, mantém um melhor controle sobre o que têm em seus estoques?", questionou o fundador e editor do RFID Journal.

Kevin Berisso, diretor do Automatic Identification Lab, da Universidade de Memphis

Em seguida, Roberti apresentou vários casos de sucesso de empresas que utilizam RFID para controlar seus estoques e, também, para tirar o máximo proveito da tecnologia, como aumentar a experiência de seus clientes, por exemplo. "Todas as tecnologias têm suas limitações, assim como a RFID", argumentou Roberti, ao comentar que o uso de câmeras para identificar produtos, como tem sido feito pela loja AmazonGo (leia mais em Amazon quer revolucionar comércio físico), não pode solucionar todos os problemas de negócios.

Na sessão de perguntas e respostas, Roberti foi questionado sobre os desafios para os pequenos varejistas adotarem RFID como ferramenta de negócios. "O uso de tags pelos fabricantes tende a ser o ponto de partida para os pequenos varejistas usarem RFID em suas empresas de modo crescente", concluiu.

O jornalista Edson Perin, editor do RFID Journal Brasil, realiza a cobertura do RetailX, em Chicago, com o apoio da iTag Etiquetas RFID - Soluções para projetos em RFID e da SmartX Tags - RFID e Gestão de Ativos.