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Laboratório recebe doação da Delta Air lines

Várias companhias aéreas estão testando ou implantando tecnologia RFID em outros três casos de uso chave. A RFID é utilizada para identificar coletes salva-vidas e outros equipamentos de emergência para inspeções automatizadas e evitar vencimento ou falta de equipamento. As empresas também utilizam RFID em algumas peças que podem ser transportadas e que devem ser mantidas em aeronaves, criando um registro de quais serviços foram fornecidos para cada parte, além de quanto tempo foi usada. Por fim, a RFID está sendo empregada para rastrear ferramentas de manutenção.

Os desafios da indústria aeronáutica são mais complexos do que os do setor varejista, diz Patton. "Eles têm necessidades muito diferentes", afirma, "e a tecnologia é muito diferente da RFID utilizada no varejo". Por um lado, as etiquetas de alta memória exigem certificação de segurança contra fogo, radiação e instruções de manuseio de materiais, para garantir que possam suportar as exigências da Federal Aviation Administration (FAA). As tags são mais caras do que as etiquetas RFID EPC UHF anexadas a produtos de varejo e a implantação será consideravelmente menor. Portanto, Patton explica que o impacto na indústria de RFID será diferente do crescimento no varejo. "A aviação tem uma proporção muito maior de infraestrutura para tags".

O Departamento de Teatro da Universidade Auburn está trabalhando na construção de uma fuselagem simulada para testar a legibilidade de etiquetas dentro de um avião típico. Enquanto isso, a área já está em uso para alguns projetos iniciais e Patton prevê que será totalmente funcional no início da primavera de 2018. Naquele momento, o laboratório pode testar o uso de tags RFID em até 9.000 tipos diferentes de peças que beneficiaria de ser rastreado automaticamente dentro da aeronave. O teste incluirá a identificação de quais tags funcionam melhor em quais partes, bem como onde e como devem ser aplicadas.

Neste ano, Bill Hardgrave, o fundador do RFID Lab (em sua localização original no Universidade do Arkansas, anteriormente conhecido como Centro de Pesquisa RFID), bem como o reitor da Harbert College of Business de Auburn, foi nomeado diretor da Universidade Auburn e vice-presidente de assuntos acadêmicos. Ele diz que seu foco será em três temas acadêmicos: preparar os alunos para a carreira e a vida, aumentar a pesquisa e a erudição e aumentar a visibilidade nacional da escola.

"O trabalho que fizemos no RFID Lab ao longo dos anos é um ótimo exemplo de sucesso em cada uma das áreas", diz Hardgrave. Ele acrescenta que o Laboratório de RFID usou os alunos como sua principal fonte de trabalho e que, após a graduação, esses alunos estão na vanguarda da tecnologia, "e são cobiçados pela indústria".

A longo prazo, Hardgrave prevê que o RFID Lab - como simplesmente um centro de pesquisa para o uso de RFID baseado em varejo - será onipresente. Por essa razão, diz, o laboratório está começando a ampliar seu escopo para incluir um conjunto completo de tecnologias usando a fusão de sensores, que inclui a inclusão da aviação.

Enquanto isso, diz Patton, o trabalho para o setor de aviação está apenas começando no Laboratório RFID. "É um laboratório vivo", afirma, de modo que outro hardware - como leitores, tags e materiais de aviação - será adicionado ou alterado conforme necessário com um foco contínuo na fusão de sensores.