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Laboratório forense testa sistema de automação

A próxima fase incluirá o rastreamento de evidências de armas de fogo e toxicologia. Quando se trata de armas de fogo, sem um sistema RFID, o laboratório envia dois trabalhadores para contar todas as armas periodicamente - um processo que leva dois dias para ser concluído. Agora, o laboratório aplicará tags RFID a cada arma, reduzindo assim a contagem de estoque e habilitando a funcionalidade do contador Geiger. Todas as armas devem ser marcadas até o final deste mês. Desta forma, as armas podem ser contabilizadas nas contagens de inventário, e as armas individuais podem ser facilmente localizadas quando necessário.

O rastreamento de toxicologia, que deverá começar dentro de alguns meses, consistirá na aplicação de uma etiqueta RFID a um kit que acompanha uma amostra de sangue, geralmente coletada quando uma pessoa é carregada com a condução enquanto está intoxicada. Depois que um técnico terminar de processar a amostra, colocará o kit em um receptáculo habilitado para RFID chamado caixa de queda de evidências. O leitor incorporado naquela caixa irá capturar a ID da etiqueta, e o software alertará os funcionários para pegar o kit a partir desse local. Para a biologia forense (DNA), os leitores fixos serão instalados também na área de armazenamento de evidências.

Jerry Garrett, da CSL
Os kits de agressão sexual também serão marcados dentro de seis a nove meses. As tags RFID serão afixadas em cada peça dentro do kit, criando uma relação pai, filho com o kit marcado em si.

Outra fase levará RFID para o campo. Em cerca de um ano, de acordo com Stout, o laboratório pretende começar a usar a tecnologia em cenas de crime. Quando o pessoal chega a uma cena de crime relatada, um leitor de trenó portátil CSI RFID permite que iniciem todas as evidências, incluindo suas coordenadas GPS, que são trazidas para o caminhão para o transporte de volta ao laboratório. As ferramentas trazidas para a cena a partir do laboratório também terão tags RFID aplicadas, enquanto as antenas RFID no caminhão capturarão o número de ID de cada artigo marcado à medida que for retornado. Se um item for descoberto que falta, um alerta será enviado para aqueles que estiverem na cena.

"Queremos que as tags sejam associadas à evidência tão perto do ponto de coleta quanto possível", diz Stout. "Então, idealmente, a embalagem pré-rotulada que parte do veículo é então considerada como tendo retornado ao veículo".