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Laboratório forense testa sistema de automação

Isto, explicou Leach, levou ao uso ineficiente do tempo dos cientistas, já que podem estar ordenando e gerenciando equipamentos. A agência descobriu que, se fosse melhor gerenciada a compra, poderia negociar melhores preços e reduzir a necessidade de vários tipos do mesmo produto, bem como a disponibilidade limitada de espaço criada armazenando os mesmos itens em vários locais.

Com o uso da tecnologia RFID, o laboratório foi capaz de criar uma sala de armazenamento única para todos os seus materiais de laboratório, com um leitor RFID instalado na entrada e tags em cada peça de equipamento e em toda caixa de suprimentos. "Se não fosse pela RFID", afirmou Leach, "não teríamos conseguido fazer isso".

David Leach, da HFSC
À medida que cada novo item é recebido, uma etiqueta UHF RFID é anexada. A etiqueta é codificada com um número de identificação exclusivo. Os suprimentos são então colocados na prateleira onde pertencem à sala de armazenamento.

Um leitor fixo Impinj Speedway Revolution com antenna Times-7 foi instalado na saída da área de armazenamento de suprimentos. Os técnicos e outros trabalhadores de laboratório possuem um distintivo de identificação que vem com uma etiqueta RFID integrada. O número de identificação exclusivo da tag está vinculado à identidade do usuário no software do laboratório.

À medida que um trabalhador entra na área de armazenamento, a identificação da etiqueta dessa pessoa é capturada e, à medida que sai com um equipamento, a identificação do item é capturada juntamente com a identificação do crachá, para identificar o que foi feito. Dessa forma, o software possui um registro atualizado do que está na sala de armazenamento e o que precisa ser reabastecido.