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Estudo sobre IoT do governo divulga primeiros resultados

A partir da análise dos ecossistemas de IoT dessas regiões, os autores da pesquisa tiraram cinco principais lições:

1ª Lição: o envolvimento do Estado pode ser resumido em três modelos

Papel ativo em IoT – governos participam ativamente do desenvolvimento do setor por meio de investimentos, seleção de áreas prioritárias, criação de associações e alianças, iniciativas de regulação e parcerias internacionais. As ações normalmente são consolidadas em um plano nacional.

Formação de ecossistema – governos se concentram em criar ambiente propício ao aproximar e coordenar os atores – empresas, agências de fomento, startups e universidades. Nesse caso, os investimentos diretos do Estado em IoT tendem a ser mais limitados em comparação com os países que assumem um papel ativo.

Elaborador de diretrizes e investidor em áreas-foco – governos se dedicam a estabelecer diretrizes específicas, realizar investimentos em áreas selecionadas, difundir melhores práticas e viabilizar a competitividade e a abertura de mercados.

2ª Lição: a governança estimula a formação de ambiente adequado

Modelo estruturado com associações específicas ou alianças de IoT formadas pelos setores público e privado – a maioria dos países em que o Estado tem papel ativo adotaram modelos robustos de governança, como associações, alianças ou consórcios reunindo os setores público e privado, formados por conselhos executivos e consultivos, além de grupos de trabalho ou comitês temáticos.

Formação de ecossistema – há países que ocupam uma posição de destaque em IoT apesar de adotarem modelos mais descentralizados, pois já possuíam um ecossistema inovador, como é o caso das incubadoras e do consórcio de universidades no Reino Unido, ou das ações de coordenação focadas em verticais selecionadas, no caso dos Estados Unidos.

3ª Lição: governos buscam criar ecossistemas adequados e reduzir risco da inovação

Realização de investimentos – a maior parte dos governos líderes em IoT está investindo de forma significativa.

Formação de clusters – reunir startups e empresas em áreas específicas das cidades para ajudar na troca de experiência e a realização de novos negócios.

Estímulo a PMEs e startups – fomentar uma cultura empreendedora com a redução da burocracia e dos impostos, e a difusão dos benefícios de empreender.

Compras públicas – usar a demanda de inovações por parte do setor público para incentivar a inovação e alavancar as empresas de IoT.