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Aeroporto de Londres prepara aplicativos com beacons

As aplicações podem beneficiar mais do que apenas passageiros, no entanto. Por exemplo, as companhias aéreas terão dados baseados em proximidade em seus próprios aplicativos para entender melhor onde cada passageiro está e se conseguirá um voo a tempo. Também permitiria que uma companhia aérea tomasse uma decisão com base na localização de um passageiro em particular, para aguardar ou descarregar uma bagagem, de modo que uma aeronave possa decolar a tempo, evitando atrasos.

O aeroporto pretende usar os dados em seus sistemas existentes também. "Atualmente, estamos integrando a tecnologia no nosso aplicativo interno", diz Chacko. O objetivo é capacitar 8 mil dos 24 mil funcionários do aeroporto - que trabalham para cerca de 200 organizações diferentes, incluindo companhias aéreas, manipuladores terrestres, varejistas, inquilinos, policiais e imigrantes - para compartilhar informações em tempo real sobre sua localização e status. "Isso mantém a equipe em sintonia", explica, "compartilhando informações em tempo real com 8 mil usuários ".

Chacko informa que o aplicativo sem dados BLE tornou-se essencial para aqueles que trabalham no aeroporto, que usam isso em seus smartphones pessoais. "Esperamos que a nova tecnologia wayfaring também se torne uma parte essencial do aplicativo", afirma ele, "e possamos evoluir as funcionalidades que permitem que a equipe localize onde uma falha é relatada".

Chacko acrescenta que o aeroporto não coletará os dados pessoais de um passageiro, como a identidade. No entanto, pode utilizar as transmissões de beacons para medir a densidade do tráfego de passageiros por zonas, e essas transmissões também podem ajudar a melhorar suas estratégias para evitar congestionamentos.

Os beacons alimentados por bateria forneceram ao aeroporto o benefício de reduzir a complexidade logística e os custos, diz Chacko. A implantação levou apenas três semanas para se completar, observa, seguido de dois meses de testes e calibração.