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Buracos de rua ganham inteligência

O maior desafio agora não se prende à eficácia da tecnologia, diz Robert Zielinski, diretor da CDO Technologies. Pelo contrário: “são os procedimentos operacionais no que diz respeito ao uso das tags, como quando são distribuídas aos contratantes, por exemplo, e a quantidade de dados que deve estar associada a cada tag.

"Decidimos generalizar a solução", afirma Zielinski, dizendo que aqueles que querem adquirir a tecnologia devem considerar não apenas os aspectos técnicos do sistema, mas também a política de como é usado. E, diz ele, os usuários precisam saber que a tecnologia "não se destina a substituir trabalhadores". Em vez disso, permite que obras públicas e empresas de serviços públicos destinem trabalho aos projetos mais produtivos.

Usando as lições da primeira instalação em Dayton, a CDO lançou uma solução comercialmente embalada em outubro de 2015. O sistema consiste de 5.000 tags RFID UHF para ruas, avenidas e estradas, bem como o software RoadTag da CDO e um handheld e leitor de desktop.

O próximo passo, diz Marks, será associar cada ID de tag com o local de instalação em um mapa digital como as tags estão instaladas. Isso poderia ser feito pela coleta de dados de localização a partir de um computador de mão que lê as etiquetas incorporadas aos reparos. Os administradores podem então facilmente visualizar a localização das tags no software.

Em São Paulo (SP), a Operação Tapa Buraco poderia se beneficiar deste tipo de solução. A operação consiste em recompor a camada de asfalto onde os buracos aparecem. A superintendência de usina de asfaltos (spua) e as subprefeituras oferecem este serviço com acompanhamento técnico antes e depois da operação, a avaliação da quantidade de massa necessária e o requadramento do espaço em volta do buraco.