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Beacon brasileiro está em desenvolvimento em Campinas

Apesar da simplicidade de se colocar beacons para funcionar, os custos são maiores do que as soluções que utilizam a tecnologia RFID passiva Ultra-High Frequency (UHF), por exemplo, cujas tags custam a partir de R$ 1 ou até menos, dependendo do volume, e não precisam de baterias para operar, pois se alimentam da eletricidade das ondas eletromagnéticas emitidas pelos leitores (ou interrogadores).

Os beacons, por outro lado, podem ter preços de entrada no Brasil a partir de US$ 11, por isso, seus custos não permitem serem acoplados a cada uma das peças de roupas de uma fábrica, por exemplo. No entanto, têm sido muito bons e úteis para acompanhar cada uma das caixas de um produto com maior valor agregado, como um notebook ou um lote de camisas de grife, para fazer uma comparação no mesmo modo de uso.

Deve-se ter em mente que os beacons têm uma capacidade muito grande de promover interações simples com qualquer smartphone, o que tem muita utilidade em aplicações que envolvem a participação ativa do cliente.