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Sportlife rastreia calçados e vestuário esportivos

Até o momento, a Sportlife utilizou os dados especificamente para reduzir os tempos de trabalho e assegurar que o estoque continua a ser preciso, e que os produtos estão, portanto, disponíveis para os clientes, aumentando assim as vendas. A varejista também pode usar o software Silverback para entender melhor qual produto está vendendo mais, ou menos, a fim de tomar outras decisões sobre produtos vendidos em suas lojas.

"Por enquanto, temos a intenção de usar RFID como um mecanismo de controle apenas", afirma Beltran. "No futuro, a ideia é fazer com que o foco de análise e todas as informações para decisões estejam relacionadas com o inventário".

Na saída do centro de distribuição da Sportlife (acima), bem como na entrada de cada loja (abaixo), a APES instalou um portal Jamison RFID, com um leitor Alien que captura os números de etiqueta de identificação de todos os bens sendo enviados pelo CD.

Andres Botero, co-fundador da APES, diz que a abordagem SaaS se destina a tornar as instalações mais rápidas e mais acessíveis para os varejistas. "O que descobrimos foi que a RFID não foi muito bem-sucedida para muitos varejistas", explica ele, "por causa da forma como estava sendo vendida". Muitas empresas oferecem apenas tags, leitores ou integração de software, acrescenta, fazendo com que o processo não apenas confuso para os usuários finais, com caro.

A APES cobra uma taxa mensal com base no número de unidades sendo etiquetadas e monitoradas. Esta taxa abrange todo o hardware, incluindo as tags, juntamente com os dados baseados em servidor.

Além disso, a APES instalou a tecnologia Jungle em várias outras empresas da Colômbia, como um fabricante de artigos de couro (para monitorar o trabalho em andamento em sua fábrica), uma empresa de aeronáutica, um fabricante de medicamentos (para rastreamento de produtos farmacêuticos), um hotel (para o gerenciamento de roupa de cama e ativos fixos) e uma empresa de transporte (rastreamento de pneus).