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Pandoor abre porta para automação

Ao mesmo tempo que a etiqueta está sendo lida, o leitor codifica novos dados para a etiqueta, o que indica que a porta está prestes a sofrer o processo de encaminhamento. Dessa forma, um leitor adicional pode interrogar a tag da porta em um momento posterior, a fim de confirmar os processos de fabricação a que foi submetida e para se certificar de que todo o trabalho foi concluído.

"O principal benefício foi o aumento da produção", diz Vays. "O operador da máquina não intervém mais na personalização". A automação habilitada para RFID, acrescenta, economiza tempo e reduz a possibilidade de erros humanos. Tais erros podem incluir a junção incorreta de componentes, tais como parafusos ou dobradiças, bem como corte de padrões incorreto.

Michal Yanuv Max
A empresa instalou recentemente um terceiro leitor, na sua linha de pintura UV, de modo que o sistema automatizado pode detectar cada porta e ajustar a máquina de pintura para fornecer a cor e tipo de tinta requeridas.

Durante a próxima fase do projeto, que está previsto para ir ao ar até o final de 2015, a Pandoor pretende utilizar os dados de RFID com os leitores instalados em seu armazém para o gerenciamento de inventário. Também programado para ocorrer até o final do próximo ano está a instalação de leitores próximos às portas das docas, para documentar automaticamente quando os bens entram no armazém ou são carregados em veículos. Isso permitirá à Pandoor oferecer aos clientes serviços automatizados, tais como avisos de embarque com antecedência. A empresa pretende usar um total de 15 leitores.

O sistema vai permitir que a empresa continue a expandir a sua produção. "A fábrica já atende a população de Israel e algumas exportações para todo o mundo", diz Vays, "e ainda fabrica apenas cerca de um terço da sua capacidade potencial".