RFID Estudos de Caso

Metalúrgica melhora sua produção de peças com RFID

Quando o recipiente cheio é pesado na estação de carregamento, um leitor RFID UHF Intermec IF61 equipado com duas antenas diferentes lê as tags. O sistema recolhe o peso da tara e as informações de ordem de produção das tags e encaminha as informações, juntamente com o peso do recipiente cheio, para o sistema de gestão de armazém do ERP e calcula quantas peças estão no recipiente.

Caso seja detectado um erro – por exemplo, se uma etiqueta não pode ser lida ou se o recipiente é considerado muito pesado –, o sistema de cremalheira automatizado move o recipiente para o lado sobre uma correia, onde um empregado pode então investigar o problema. Uma vez que todos os dados foram recolhidos e calculados, e após uma aprovação para armazenamento ser recebida do sistema de cremalheira automatizado, os recipientes são movidos automaticamente e armazenados, aguardando a expedição. Os processos da empresa para transporte ainda não utilizam RFID.

Recipiente cheio sendo pesado: um leitor Intermec com duas antenas interroga tags RFID

A Nedschroef escolheu empregar duas etiquetas separadas – uma etiqueta para rastrear informações de peso, fixada ao recipiente, e outra para rastrear informações de produção, afixada na ordem impressa –, "porque nunca é óbvio saber qual recipiente irá ser utilizado para armazenar quais peças", diz Joachim Reuter, responsável por TI na Nedschroef.

Um dos principais benefícios do sistema, diz Reuter, é a capacidade de reconhecer e controlar um número exato de peças que a Nedschroef produz e vende. A planta de Plettenberg fabrica 4.000 diferentes tipos de peças e cada recipiente pode conter até 100.000 peças, pesando um total de 800 quilos. "Passamos a ter uma taxa de erro de apenas 1% com um número tão grande de peças", atesta Reuter.