RFID Estudos de Caso

Fábrica brasileira turbina produtividade

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A Technicolor Brasil optou por empregar o RFID para rastrear semicondutores, devido à habilidade de a tecnologia ler as etiquetas a vários metros de distância e mesmo além da área de visão. “Devido a essas capacidades”, diz Batista, a companhia não considerou nenhum outro tipo de sistema de rastreamento, enquanto procurava possíveis soluções.

Para desenvolver os sistemas de RFID, a Technicolor trabalhou com a Label Evolution Development of Systems of Technology, uma companhia de Manaus especializada em sistemas de automação e processos de gestão usando a tecnologia de RFID. Somando-se ao pessoal da Technicolor e da Evolution, a equipe de implantação incluiu consultores externos.


O portal de RFID rastreia semicondutores enquanto entram e saem da área de inserção automática, conhecida como PTH

O time inteiro foi treinado pelo Hewlett-Packard's RFID Center of Excellence em parceria com o Flextronics Institute of Technology, um instituto paulista sem fins lucrativos para pesquisa e desenvolvimento acreditado pela Área de Tecnologia da Informação e Comunicação do (part of Ministério da Ciência e Tecnologia). O RFID Center of Excellence, criado em abril de 2005 para fomentar e desenvolver RFID no brasil, é o primeiro laboratório do país acreditado para portal de transportes, docas e testes estatísticos pela EPCglobal, a organização líder no desenvolvimento de padrões para a Electronic Product Code (EPC) para suportar o uso de RFID no rastreamento de redes. Para o projeto da Technicolor Brasil, o RFID Center of Excellence ofereceu ainda consultoria no local da fábrica.

Demorou um pouco mais de um ano para desenvolver e implantar o sistema, reporta a companhia, incluindo os testes iniciais, instalação, teste extenso de sistema e treinamento de usuários. No começo de 2011, a Technicolor Brasil estava estreando a solução.