RFID Estudos de Caso

Investimento de hospital atinge um saudável retorno

"Levou cerca de um ano para desenvolver e implantar a solução RFID na primeira área OR", Sharp diz, "e mais um ano para melhorar e expandir a funcionalidade do sistema". Sharp e Stepien dizem que o projeto correu bem no geral, embora com alguns desafios.

Para a ARC, isso envolveu a adaptação do sistema de gerenciamento de inventário para o setor de saúde. A precisão e eficiência da tecnologia são essenciais, diz Sharp, mas a "estética" e "capacidade de limpeza" são mais críticos no ambiente hospitalar que na indústria de manufatura.

Garantir que os leitores poderiam identificar embalagens contendo líquidos, tais como fluidos e tecidos embalados em agentes líquidos, bem como itens embrulhados em papel, como stents e os tecidos de poliéster, foi um desafio, conta Stepien. A equipe criou "uma tag que se parece com um Post-it", acrescenta. "Nós tivemos que jogar muito com adesivos, mas não podíamos usar muita cola, porque isso poderia arruinar a integridade do pacote e, se nós não usássemos o suficiente, poderia cair ou descascar".

Colocar a antena também era um desafio, diz Stepien. Testar para ter certeza de que não havia pontos mortos "era como um experimento de física gigante". Para evitar possíveis interferências de metal, observa, a equipe foi com todos os conteúdos das prateleiras em áreas que contêm leitores de RFID.

Trabalhar no site de desenvolvimento foi estimulante e demorado, continua Stepien. "Agora nós provavelmente poderíamos fazer um hospital inteiro em seis meses, mas nos levou mais tempo porque estávamos construindo-o a cada passo".

A ARC e o NMH trabalharam juntos para desenvolver um programa de treinamento. Obter usuários aclimatados ao sistema automatizado de gerenciamento de inventário não foi difícil, relata Stepien, embora alguns entendessem mais facilmente do que outros, dependendo do seu nível de conforto com a tecnologia. "Nós temos caras que estiveram aqui há 30 anos que não são exatamente experientes com computador", explica ele, "então você tem que ir um pouco mais devagar com eles".

A equipe de gestão da cadeia de fornecimento conduziu o treinamento em sessões especiais e informalmente durante as reuniões de equipe. Em primeiro lugar, o pessoal da cadeia de fornecimento foi ensinado a usar o equipamento, após o qual o corpo clínico aprendeu a usar o sistema em suas funções do dia-a-dia.

Após a implantação inicial, o NMH levou a solução para outras áreas, incluindo a sessão cardíaca, cirurgia de ambulatório, radiologia intervencionista, o laboratório de cateterismo e gastroenterologia – e depois para o hospital comunitário Lake Forest. A configuração do sistema de RFID do NMH é "híbrido", diz Stepien. O NMH comprou 14 armários seguros, equipados com leitores Impinj e antenas Laird, e também adaptou alguns armários mais velhos para abrigar stents, válvulas e outros itens caros.

Armários existentes foram adaptados
"No início, fizemos muito treinamento", conta Stepien. "Agora treinamos uma linha de serviço de cada vez, à medida que adicionamos uma nova unidade ou departamento. Nós treinamos os supervisores em cada grupo, mas nós aprendemos a não enfrentar o mundo inteiro de uma vez".