RFID Estudos de Caso

Investimento de hospital atinge um saudável retorno

Antes que o NMH pudesse escolher uma tecnologia para rastreamento, teve que identificar seus objetivos de negócios. A organização formou uma equipe multifuncional, com representantes de TI, cadeia de suprimentos e clínicos. A equipe identificou três objetivos principais. Um deles foi reduzir ou eliminar produtos fora de prazo (vencidos). Em um ambiente hospitalar, Stepien explica, "mesmo o melhor médico pode pedir um produto que acabou na prateleira", porque as necessidades de um paciente mudam ou o clínico deixa ou troca de departamento.

Um objetivo relacionado era reduzir ou eliminar produtos pouco utilizados, classificados como de lento ou nenhum movimento. "Itens que não têm data de vencimento ou a data de validade é distante podem acabar em sobrecarga", explica Stepien. "Nós usamos mais de 100 caixas de produto por dia, somos nível 1 entre centros de trauma, mas sempre haverá alguns itens que podem ser utilizados apenas uma vez ao ano e alguns se tornam obsoletos".

Um portal Times-7
Stents, substituição de válvula cardíaca, marca-passo, implantes cocleares, cateteres, e articulações artificiais de joelho estão entre os muitos itens utilizados na cirurgia no NMH, nota Stepien, "mas talvez a tecnologia tenha mudado ou o cirurgião tenha preferência por uma determinada marca ou modelo. Com articulações de joelho e quadril, por exemplo, há um grande número de fabricantes e é impossível ter todas as variantes à disposição".

O terceiro objetivo foi aperfeiçoar o método de cobrança ou de faturamento. Durante cada procedimento cirúrgico, por exemplo, uma enfermeira foi tradicionalmente listada para servir como charge master, documentando manualmente cada item utilizado, assim o hospital poderia cobrar do paciente por isso. No entanto, Stepien diz, "este não era o seu papel principal da suíte OR, por isso, era fácil perder algo e o hospital teve que absorver esse custo".

"Tivemos todos os envolvidos trabalhando conosco", diz Stepien. "É claro que tinha de apresentar à comissão de capital e estávamos competindo com pessoas que precisavam de financiamento para compra de equipamentos médicos. Mas tivemos o fator de confiança do nosso lado".

No decurso da sua diligência, Stepien e membros da equipe participaram de uma conferência e exposição RFID Journal LIVE! e ficaram curiosos sobre os sistemas que tinham sido usados para controlar suprimentos em indústrias de varejo e outras. Eles, então, convidaram "todos os grandes integrantes de RFID no espaço de cuidados de saúde", diz ele – bem como a ARC, cujo sistema de gerenciamento de inventário Helios RFID, tinha sido projetado para rastrear peças nos setores automotivo e de fabricação – para lançar seu projeto de gerenciamento de inventário.

"A ARC nunca tinha desempenhado um papel no espaço de cuidados de saúde, o que era vantajoso para nós", diz Stepien, explicando porque a NMH decidiu por esse provedor. "Eles não tinham nenhum produto enlatado, o que significava que poderíamos fazer parceria com eles para desenvolver o que precisávamos".