RFID Estudos de Caso

RFID captura ação em tirolesa no Havaí

A RFID controla a captura de imagem e identifica o visitante. "Este sistema nos permite acionar câmeras e identificar as fotos dos clientes automaticamente", diz Patrick Nowak, gerente geral da Princeville Ranch Adventure Tours. "A solução envia as fotos para o nosso escritório por meio de rede sem fio, catalogando-as de modo simplificado para o cliente encontrar e comprar".

Do projeto ao mundo real
Desenvolver e programar o sistema de RFID para a tirolesa na Princeville Ranch Adventure Tours não foi uma tarefa simples. Demorou cerca de 14 meses para Kottke e uma equipe de consultores, engenheiros e especialistas em TI desenvolver a solução e superar os obstáculos da prática e da técnica. A Snapsportz trabalha em estreita colaboração com o integrador A.C.C. Systems, que presta serviços de consultoria de RFID, incluindo etiquetas e leitores, e a HID Global, que fornece as etiquetas RFID utilizadas na tirolesa. A Snapsportz gerenciou o desenvolvimento interno do sistema.

Duas etiquetas RFID programadas com o mesmo número de identificação são fixadas em cada capacete utilizado pelos visitantes
O primeiro passo foi encontrar um hardware RFID capaz de maximizar as distâncias de leitura, independentemente da orientação da etiqueta e em velocidades de 5 a 50 quilômetros por hora. A equipe testou mais de 50 etiquetas passivas de frequência ultra-alta (UHF), com mais de 30 leitores de RFID, para encontrar a combinação ideal. As etiquetas também tinham de ser capazes de resistir a duras condições meteorológicas e a lavagens diárias.

"Houve casos em que uma etiqueta não funcionou bem com um determinado leitor", diz Kottke. "Mas nós trabalhamos para elevar o desempenho a um nível extremamente alto. Em termos práticos, é enorme a diferença entre uma precisão de 90 por cento ou acima de 99 por cento. Poderíamos fazer testes em um laboratório e tudo funcionaria perfeitamente, mas no mundo real tudo poderia falhar".

A equipe escolheu as etiquetas RFID SlimFlex UHF, da HID Global, porque são envolvidas por elastômero termoplástico (TPE), que tolera dobras repetitivas ou torções, mantendo as características de desempenho desejadas. Os invólucros rígidos protegem os componentes eletrônicos e fornecem proteção contra substâncias químicas, já que o Princeville Ranch utiliza uma solução de água sanitária para desinfetar os capacetes.

Duas etiquetas RFID programadas com o mesmo número de identificação (ID) são fixadas a cada capacete dos clientes. Isto torna possível ler as etiquetas em qualquer posição. Cada tirolesa tem um leitor ALR-9900, da Alien Technology, em caixas a prova de variações do tempo ou animais, que recebem energia de geradores solares. Os leitores ficam próximos de onde o capacete da pessoa irá passar, quando sair da plataforma da tirolesa. A maioria das tirolesas opera em ambientes afastados, explica Kottke, onde os clientes podem tem uma experiência única e emocionante em meio à natureza. Por isso, nem sempre há redes de energia elétrica e são necessárias fontes alternativas, como geradores solares.