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Avaliação patrimonial com RFID

Outro ponto positivo é que o gestor de operações poderá não somente inventariar os bens como administrá-los. Por exemplo controlar os processos de envio para manutenção, empréstimos, custódias, descartes de ativos, dentro outros. A RFID neste caso garante uma visão integrada e atualizada das informações em um único sistema.

Assim, o inventário patrimonial com RFID fica só no primeiro nível de automação possível. Uma vez que este alicerce está estabelecido, a empresa pode seguir com a implantação de portais fixos de leitura e cadastramentos de eventos e alarmes para o controle do fluxo de movimentação e controle de estado de cada ativo da empresa. Tudo com interface pela internet e aplicativos no celular ou coletores de dados.

Outra etapa possível, após a implantação do inventário patrimonial, é customizar tags de RFID para casos especiais das empresas, como processos de fixação, proteção a ataques químicos e gravação das tags.

Com isso, pode-se importar uma lista ou criar uma nova, executar a consolidação física, avaliar o resultado e exportar ou seguir executando a sua gestão patrimonial no dia a dia com, por exemplo, um celular conectado a um pequeno equipamento de leitura.

Então, a resposta para a velha pergunta "posso fazer meu próprio inventário com tecnologia RFID?" é "sim; de forma simples, prática e integrada às suas operações".

Carlos Ribeiro é CEO da SmartX of America