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Avaliação patrimonial com RFID

Com pouco treinamento, procedimento de fixação das tags RFID e emprego da mobilidade, diversos pontos de inventário podem atuar em conjunto na mesma empresa. O resultado imediato é a redução de custos de envio de pessoas para cada localidade apenas para cadastrar, confirmar o estado do bem e tirar fotos.

Imagine o custo para inventariar os bens de uma cadeia de lojas ou um banco, do Amazonas até o Rio Grande do Sul, colando etiquetas e confirmando se cada bem está lá, enquanto há dezenas de funcionários que poderiam fazer isto. A redução do tempo de inventário cai drasticamente.

Além disto, o parceiro de tecnologia RFID deve garantir o envio correto das tags para cada local, com ou sem um cadastro prévio importado dos ativos na ferramenta de software, e disponibilizar equipamentos somente no momento da leitura em cada localidade. Ou seja, toda a infraestrutura de software, tags e leitores pode ser compartilhada.

O custo do processo de consolidação patrimonial pode cair em até 70% e a precisão (ou acuracidade) pode atingir valores superiores aos atuais. Isto se deve, ao emprego da RFID, o que permite que as empresas façam inventários, se desejarem, todos os dias, todas as semanas ou meses.

Além disso, um indivíduo da equipe de segurança ou um colaborador, munidos com um celular e um pequeno leitor de baixo custo, podem fazer uma auditoria de patrimônio de um andar com mais de 200 itens em apenas 15 minutos. Basta ler a tag RFID do andar e iniciar o escaneamento por RFID, sem operações manuais.

Desta forma, as empresas de auditoria ou avaliação patrimonial externas podem realizar os processos de verificação de qualidade e inventário remotamente. Mas, neste caso, utilizando um número de horas e despesas de viagem muito menores. Estas empresas externas têm a vantagem de monitorar em tempo real cada ação ou movimento dos bens na empresa e a qualquer tempo acionar uma ação de auditoria remota, para coibir quaisquer desvios.