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Nova instalação do Johns Hopkins rastreia alimentos, ativos e funcionários

A tecnologia híbrida de RFID com infravermelho da Versus permite ao hospital localizar seus equipamentos, equipe e carrinhos de comida, para melhorar a eficiência do atendimento

Por Claire Swedberg

21 de junho de 2012 - Quando o Johns Hopkins University School of Medicine abriu sua nova instalação de 150 mil metros quadrados, com duas torres de 12 andares, em maio deste ano, o prédio já possuía um sistema de localização em tempo real (RTLS) que permite ao hospital monitorar centenas de enfermeiros, milhares de equipamento, cadeiras de rodas e aparelhos de alto valor em movimento. O Johns Hopkins também está utilizando a tecnologia RTLS para acompanhar a movimentação automática de cerca de 400 carros em towlines, que entregam comida da cozinha do hospital para os quartos dos pacientes.

O Johns Hopkins passou quatro anos planejando a solução RTLS, em seguida, testou o sistema no seu centro de simulações e testes dentro de salas de operações, em sua unidade original. Agora, o hospital instalou permanentemente a tecnologia ao longo do seu novo edifício, o que inclui meios para cuidados com o coração e sistema vascular, além de pediatria.

Mike McCarty, do Johns Hopkins
O novo edifício – que consiste na Sheikh Zayed Tower e na Charlotte R. Bloomberg Children's Center – ocupa cinco hectares do hospital de East Baltimore Campus, metade do site original. “Antes deste investimento, o hospital começou a observar soluções RTLS para rastrear ativos, localizar os membros da equipe e, eventualmente, controlar o fluxo de pacientes”, diz Mike McCarty, diretor-chefe da rede Johns Hopkins.

"Ficamos interessados em acompanhar o equipamento cerca de seis anos atrás", diz McCarty. Depois de testar tecnologias de vários fornecedores, o hospital selecionou o Versus Advantage System, da Versus Technology. De acordo com Susan Pouzar, VP de vendas da Versus, a solução híbrida de infravermelho (IR) com RFID ativo inclui etiquetas (tags), crachás de funcionários, sensores de IR e leitores de RFID, além de software para gerenciar os dados. As tags transmitem um sinal de IR para os sensores localizados dentro da área, além de enviar uma transmissão via RFID 433 MHz para os leitores, usando um protocolo de interface aérea proprietário.

O hospital testou a tecnologia Versus há dois anos nas salas cirúrgicas, segundo McCarty, a fim de rastrear a localização dos equipamentos. "Ficou claro que havia uma tremenda oportunidade de economizar o tempo das pessoas", afirma, devido à informação que os funcionários podem acessar no software, sobre a localização de cada equipamento, antes e após cada procedimento cirúrgico. Ao saber onde cada ativo está armazenado, explica McCarty, bem como a demanda por equipamentos dentro de cada sala de operações, a armazenagem e movimentação dessas máquinas podem ser otimizadas para torná-las mais acessíveis aos funcionários quando necessário. "Apuramos que houve uma enorme economia de tempo", diz ele.