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West Cheshire College rastreia paradeiro de alunos e funcionários

A escola do Reino Unido utiliza etiquetas RFID para localizar professores e para determinar quantos alunos estão no campus e as instalações que utilizam

Por Mary Catherine O'Connor

16 de maio de 2012 - As boas escolas contam com professores qualificados, alunos motivados e com um currículo desafiador. Assim como a West Cheshire College – a escola técnica e profissionalizante do noroeste da Inglaterra –, muitas também dependem de financiamentos do governo. E, no caso do Reino Unido, este tipo de financiamento exige que as escolas sejam capazes de documentar o número de alunos que frequentam suas aulas.

Sendo assim, a West Cheshire College implantou um sistema de localização em tempo real (RTLS) dentro de seus prédios do campus. A escola atualmente emprega a tecnologia para monitorar como seus edifícios novos estão sendo utilizados, o número de estudantes que está nos diferentes campi a cada dia e quais instalações utilizam. Isto ajuda a faculdade a garantir que utiliza os recursos adequados em seus edifícios. Mas a escola também pretende utilizar a solução RTLS de forma confiável, rápida e precisa para controlar a frequência dos alunos e para documentar que o registro de cada aluno corresponde ao número real de horas para as quais a instituição recebe financiamento público (atualmente, um processo manual e demorado).

Kevin Francis
Cerca de 80% do orçamento da universidade são gastos com pessoal. Assim, os administradores usam os RTLS para acompanhar o corpo docente, como um meio de garantir que os educadores se apresentam para as aulas de modo consistente e em tempo real. No caso de uma emergência, o sistema também ajuda os administradores a localizar rapidamente os alunos e professores.

A escola implantou a tecnologia em duas fases. Primeiro, em seu campus de Chester, em 2010, e em seguida em seu recém-construído Ellesmere Port Campus, no ano passado. Depois de planejar etiquetas ativas Wi-Fi para os alunos se comunicarem com cada edifício, o colégio testou tags ativas de banda ultralarga (UWB) fabricadas pela Zebra Enterprise Solutions, uma divisão da Zebra Technologies.