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Eficiência decola com RFID na Bell Helicópteros

A fabricante de aeronaves está gerenciando o movimento das peças de seu armazém central para cada local de produção, utilizando uma solução OATSystems

Por Claire Swedberg

18 de abril de 2012 - A Bell Helicópteros, fabricante de aeronaves civis e militares, colocou suas entregas de helicópteros dentro dos prazos prometidos em 99,81% dos casos, após a instalação de um sistema de identificação por rádio frequência (RFID) para controlar os movimentos internos de peças e embalagens, em 2011. A empresa, uma divisão da Textron, está empregando a solução projetada pela OATSystems.

Desde a implantação, a Bell Helicópteros estima que recuperou seu investimento em um ano, de acordo com Aaron Druyvesteyn, gerente de logística da empresa, que apresentou a solução para a plateia do RFID Jornal LIVE! 2012, realizado no início do mês em Orlando, na Flórida. O retorno financeiro vem da redução das horas gastas na procura de peças em falta, bem como para realizar ajustes de estoque. Além disso, a rastreabilidade de peças reduziu dramaticamente o potencial de interrupções na produção. Na verdade, diz Druyvesteyn, a empresa economizou US$ 300.000, superando o seu investimento total no sistema RFID de US$ 250.000.

Portal RFID da Bell Helicópteros, com leitor Impinj

A Bell Helicópteros distribui peças a partir de seu centro de distribuição central (CDC), localizado em Fort Worth, Texas, suas oito filiais de montagem final, em Fort Worth, bem como em Amarillo, Texas, e Mirabel, Quebec. O objetivo da empresa era melhorar o gerenciamento e movimentação de peças de aeronaves, com o intuito de reduzir as incidências de embarques errados.

As peças em falta ou erros de envio podem causar tanto os atrasos como exigem trabalho adicional. Com os regulamentos restritos para a indústria de aeronaves os erros de remessas podem tornar os componentes mais caros do que seriam na maioria das indústrias. Por exemplo, se uma peça sai de um armazém para a produção por engano e depois precisa ser devolvida, devido às diretrizes rígidas, exige-se que o equipamento seja inspecionado novamente antes que possa ser recolocado no CDC. Com isso, tomam-se muitas horas de trabalhos adicionais e novos atrasos.