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Logística: projetos de RFID garantem economia de 20% a 30% nas operações

A automação da Cadeia de Suprimentos tornou-se a principal porta de entrada da tecnologia de identificação por radiofrequência nas empresas brasileiras

Por Edson Perin

13 de janeiro de 2012 - Fazer mais com menos – ou seja, fazer negócios com mais eficiência e economia e, ainda, utilizando menos recursos naturais, com mais sustentabilidade em seus três pilares (econômico, ambiental e social) – tem sido uma tônica crescente nas empresas de todo o mundo, inclusive no Brasil. Segundo Eduardo Cunha, especialista em logística da consultoria Accenture, a área que oferece maiores possibilidades para as empresas reduzirem seus custos é justamente a que envolve a Cadeia de Suprimentos.

Wagner Bernardes, diretor de marketing e vendas da Seal Tecnologia
“60% dos custos do setor de manufatura, por exemplo, estão relacionados à Cadeia de Suprimentos”, diz Cunha. No Brasil, os desafios são ainda maiores para as companhias de todos os portes, especialmente quando se referem à logística, porque envolvem os já conhecidos – e pouco sanados – problemas de infraestrutura de transportes, devido à ineficiência de portos, aeroportos e rodovias, segmentos que ainda demandam investimentos públicos e privados para uma completa modernização.

No entanto, mesmo diante deste cenário tipicamente brasileiro, há ainda muito mais a se fazer para ganhar competitividade, eficiência e aumentar as margens empresariais. Fazer mais com menos? Sim, no entanto, primeiro é preciso investir, tanto para compreender, analisar e aprimorar processos corporativos como também para testar, adaptar e implantar novas tecnologias de automação, como RFID (identificação por frequência de rádio), que – de saída – pode reduzir de 20% a 30% em média os custos de logística das companhias de um modo geral.

Quem garante este patamar de resultados é Wagner Bernardes, diretor de marketing e vendas da Seal Tecnologia, fornecedora pioneira de soluções de RFID no Brasil, desde 1999. De acordo com Bernardes, a companhia elegeu a tecnologia RFID como estratégica para os próximos anos e, com isso, pretende investir mais no desenvolvimento de soluções e também para oferecer recursos inovadores aos seus clientes. A compreensão crescente dos executivos e empresários de diversos ramos de atividade sobre os ganhos que o RFID traz para a logística tem sido uma das bases de sustentação da estratégia da Seal para identificação por radiofrequência.