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Referência em TI para varejo, loja da Billabong no Alphaville atrai visitantes até de outros países

O proprietário do estabelecimento conta, em média, quatro visitas diárias de outros empresários e executivos de negócios interessados em conhecer o projeto, além de ter a tecnologia como fator de atração de novos clientes

Por Edson Perin

25 de novembro de 2011 - Quando lançou sua loja franqueada da marca australiana Billabong, simultaneamente à inauguração do Shopping Iguatemi Alphaville, Barueri (SP), em março de 2011, o jovem empresário Marcelo Chiaparini ainda não sabia exatamente a importância do projeto que colocaria em prática naquele espaço de 115 metros quadrados.

Com um investimento muito próximo de zero, sua loja passou a ser referência em varejo de alta tecnologia para brasileiros e até estrangeiros. A base de tudo está na utilização da tecnologia de identificação por radiofrequência ou RFID (Radio Frequency IDentification), porém com muita criatividade e conexões com outras tecnologias disponíveis hoje.


Fachada da loja da Billabong: sensores de RFID na porta e recursos avançados no interior


O investimento de Chiaparini foi muito baixo devido à ousadia da empresária Regiane Relva Romano, presidente da empresa fornecedora de tecnologia e consultoria em Tecnologia da Informação (TI) VIP Systems, que doou equipamentos, serviços e conhecimento para realizar um case de loja de varejo com tecnologia de ponta.

“Eu queria ter um showroom para mostrar o que se pode fazer hoje e conquistar clientes interessados em utilizar a tecnologia atual, para ter eficiência em suas lojas de varejo e atrair mais consumidores”, disse Regiane, que também é professora universitária e doutoranda em tecnologia para varejo.

Quanto custa o investimento?

A loja recebeu seis antenas: duas para antifurto, uma para a arara inteligente, uma para o expositor inteligente, uma para o provador e uma compartilhada pelo desativador e PDV. Também foram necessários 2 leitores.

"Assim, o custo seriam dois leitores a US$ 3.800,00, cada, mais seis antenas de US$ 500,00, cada. Ou seja, US$ 10.600,00 em hardware de RFID" , afirma Regiane. "Para fazer o inventário com coletor móvel, estes variam de US$ 3.800,00 a US$ 7.800,00, dependendo do modelo. Mas não é necessário ter um por loja e sim um por rede de lojas, por exemplo".

Por fim, foram implantados softwares. "Se a loja não tem nenhum sistema, fica mais fácil para integrar as nossas soluções para gestão de uma loja ou uma cadeia. Isto irá variar entre R$ 2.500,00, por PDV (Ponto de Venda), até R$ 50.000,00, para ter uma loja completa. Ou seja, é muito barato!", conclui Regiane.