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Farmacêutica Belga Usa RFID para Ajudá-la a Testar de Estabilidade de Seus Produtos

A empresa está utilizando uma solução personalizada envolvendo códigos de barras e identificação por radiofrequência para controlar quais produtos estão em suas instalações, onde estão localizados e as fases de testes a que foram submetidos.

Por Claire Swedberg

17 de agosto de 2011 - Uma empresa farmacêutica global com sede na Bélgica, com a ajuda da integradora de sistemas RFIDea, criou uma solução que utiliza códigos de barra e RFID para rastrear os movimentos de mais de 70.000 sacos de produtos anualmente, enquanto passam por testes na empresa, que pediu para permanecer anônima.

O desenvolvimento do sistema começou em 2007, usando códigos de barras e tags RFID, bem como o sistema de gestão de estoque (SIMS) da RFIDea. Trabalhadores digitalizaram uma etiqueta com código de barras em cada produto enquanto chegaram para testes de pesquisa e desenvolvimento de estabilidade de todos os locais de fabricação da empresa por toda a Europa, e também leram uma tag RFID afixada no saco plástico em que o produto foi armazenado, antes do teste.

Atualmente, a solução SIMS expandida utiliza tanto RFID quanto códigos de barras para controlar não só produtos farmacêuticos, mas também produtos químicos utilizados nos laboratórios. A expansão do ano passado, diz Jérôme Coulon, gerente de projetos e vendas da RFIDea, possibilitou à empresa controlar quais produtos químicos são usados durante os testes de produtos em laboratórios.

O departamento de recursos de análise da empresa é responsável por testar a estabilidade de novos produtos desenvolvidos em seus locais de fabricação. Para atingir esta meta, as mercadorias são armazenadas no local, o processo de envelhecimento é monitorado e quaisquer alterações feitas ao produto ou aos sacos são então registradas pela equipe do laboratório. Além disso, os produtos químicos são usados para executar o teste de estabilidade.

Antes da introdução da solução SIMS da RFIDea, os funcionários eram obrigados a controlar manualmente os detalhes sobre a etapa do processo de teste a que cada produto tinha chegado, onde o produto foi localizado dentro das instalações e quanto tempo havia permanecido em qualquer local determinado. Esta informação é fundamental para a validade do teste, então os dados tinham que ser recolhidos manualmente em papel nos mínimos detalhes, e, em seguida, serem verificados de modo a garantir que os erros nunca eram cometidos.

A solução da RFIDea foi desenvolvida para eliminar a necessidade de controle manual, reduzindo assim o risco de erros e, ao mesmo tempo, diminuindo a quantidade de tempo que os trabalhadores gastavam escrevendo detalhes ou verificando o trabalho de outro indivíduo. Primeiro, em 2007, a RFIDea estudou os processos pelos quais os produtos foram recebidos, armazenados, testados e finalmente descartados. A empresa então começou a desenvolver o sistema durante uma série de instalações, diz Coulon, começando com o tesde de prova de conceito e um piloto, seguido da implantação permanente de dois códigos de barras e rastreamento RFID usando um PDA, um leitor de túnel e na parede interrogadores fixos montados na parede ao longo da instalação.