RFID Noticias

RFID Esquenta na América Latina

A hora é certa para o México, América Central e América do Sul abraçarem o RFID, e as companias o estão fazendo para que possam competir em casa e no estrangeiro.

1 de agosto de 2007 - Por Elizabeth Wasserman

Até recentemente, novas sobre planos pilotos relacionados com frequência de rádio identificação e disposição têem sido esporádicas. Enquanto algumas companias na região são sofisticadas no seu uso de tecnologia, muitas outras ainda têem que abraçar o uso das barras de código, nem se fala do RFID. Ainda sem mandados dos comerciantes ou do governo nestes países requerendo fornecedores que usem RFID em suas cadeias de estoque, como já aconteceu com o Departamento de Defensa e Wal-Mart nos Estados Unidos, Tesco na Inglaterra e Metro na Alemanha, tinha-se muito pouco para compelir as companias à adotarem a tecnologia.

Hoje, enquanto a América Latina continua atrás dos Estados Unidos, Europa e Asia em implementações de RFID, projetos de RFID por toda região estão crescendo rápidamente. Realmente, a Hewlett-Packard Brazil recentemente ganhou o primeiro prêmio do jornal RFID pela melhor implementação do RFID (veja "Rastreando as Copiadoras"). A compania está usando RFID para rastrear copiadoras individuais, assim como melhorando a administração de suas cadeias de estoque e produção e processos de distribuição.

Além disso, o México pode vir a ser um dos primeiros países a se assegurar de sua cadeia de estoque farmacêutica. Uma ordem do governo mexicano no ano passado exigiu que os seus fabricantes e distribuidores colocassesm targetas de RFID nos remédios vendidos para indivíduos cobertos pelo Seguro Popular, a instituição governamental de plano de saúde que opera da mesma maneira que uma compania de seguro e serve umas 4 milhões de famílias. Enquanto a implementação foi atrazada devido à mudança na administração do governo mexicano, a industria farmacêutica tem testado a tecnologia em preparação, de acordo com o Jorge Morales, diretor de operações da Aliança Mexicana para Educação de Cadeia de Estoque.

Como o custo do RFID diminuiu e companies internacionais dividem publicamente suas experiencias sobre o sucesso das applicações do RFID, a tecnologia está começando as ser lançada por toda as fábricas, lojas de varejo, agências governamentais e organizações da América Latina de maneiras que está se tornando norma em outros lugares no mundo para o rastreamento do produtos, equipamentos, recursos e pessoas. Por exemplo, a Proctor & Gamble e a Avon no Brasil estão usando targeta de RFID nos recipientes da CHEP para rastreá-los e procurá-los nos armazéns e lugares de distribuição. A Levi Strauss no México está rastreando jeans e outros produtos nas prateleiras das lojas e nos cabideiros para ter certeza de que os consumidores venham à achar o produto que eles querem comprar. A Ford Motor Co. está usando o RFID ativo, a tecnologia de sistema de locação em tempo real da WhereNet para rastrear peças na sua fábrica em Hermosillo, no México. Os hospitais e centros médicos estão rastreando aparelhos médicos e pacientes para ajudar a equipe localizar equipamentos e leitos mais rápidamente. E o RFID está sendo testado e lançado na América Latina como tecnologia para segurança que previna tudo desde roubo de pneus até roubo de carro (veja "RFID Quebra o Crime").

A recente onda de lançamento de planos pilotos de RFID pode também ser attribuida à invasão de competidores de varejistas internacionais notavelmente Wal-Mart que está se expandindo rápidamente no México, América Central e América do Sul. Varejistas da América Latina estão experimentando com o RFID nas suas próprias cadeias de abastecimento porque estão preocupados que os varejistas internacionais irão implementar o RFID para atingir a eficiência as quais eles realizaram em outras regiões resultanto com que sejam capazes de venderem produtos mais barato do que os varejistas locais. Ao mesmo tempo, alguns fornecedores de varejo estão restringindo suas apostas e experimentando com RFID agora porque acreditam Wal-Mart e conglomerados baseados na América Latina virão exigir que eles usem a targeta RFID nos seus produtos ou carregamentos no futuro próximo.

Um outro fator estimulando a adoção do RFID é o crescente número de contratos de acordo livre nos últimos anos entre países da América Latina e os Estados Unidos, Europa e Ásia. Existe um novo empurrão para tornar-se companias no México, América Central e América do Sul em fornecedoras internacionais de mercadorias e alimentos frescos de custo baixo, e de convencer governos e comércio na região para procurar a tecnologia que mantenha o custo baixo, melhore a satisfação e acuração nas entregas, e proporcionem melhores garantias em relação a segurança de seus alimentos e maneiras com que compradores estrangeiros os possa monitorar. Adicionalmente, companias que queiram lançar o RFID para capturar óleo, minério e outros recursos naturais mais eficientemente, uma das grandes industrias de exportação da América Latina.

"Temos visto um aumento tremendo [em RFID] na América Latina," diz o Matt Ream, gerente do sistema RFID na Zebra Technologies, a compania de copiadoras de RFID situada em Illinois. "As economias lá de baixo, em grande parte, estão melhorando. O GDP [produto doméstico grosso] estão maiores do que em anos anteriores. Tem muitas coisas acontecendo com a criação dos acordos de mercado livre. Acordos de mercado livre trabalha dos dois lados. Eles nos dão mais oportunidades de vender-mos produtos lá, mas também abrem as portas para exportarem para o U.S. e outras regiões."