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Consumidores Tocam e Pagam em São Paulo

O plano piloto Brasileiro, conduzido por uma grande compania financeira, emprega targetas EPC Gen 2 RFID em adesivos que se colam ao telefone celular.

13 de novembro de 2009 - Por Claire Swedberg

Uma das maiores instituições financeiras do Brasil já tem testado o uso do cartão de crédito permitido pelo RFID como parte de um projeto involvendo targetas passivas de alta frequência EPC Gen 2 (UHF) coladas aos telefones celulares. O plano, acredita-se que é o primeiro do seu tipo naquele país, lançado em Setembro deste ano e se espera ser completado em Dezembro. O sistema permite aos consumidores de fazerem pagamento de produtos em quatro lojas em São Paulo batendo seus telefones em um dispositivo localizado nos locais de vendas. A targeta de RFID, embutidas nos selos adesivos, foram desenhadas para terem um alcance extremamente curto, operando no que se conhece como campo próximo.

A compania financeira, que pediu para permanecer anônima, já providenciou seus consumidores com outras maneiras de usarem suas contas, e de se comunicarem com a firma usando seus telefones celulares. A compania providencia um serviço de mensagem curta (SMS) de solução para pagamentos para aqueles que desejam usá-los – um sistema de mensagem de telefone celular habilitando aos consumidores à acessarem a informação de suas contas por via do telefone celular, ou receberem alertas da compania naquele telefone no evento de, por exemplo, uma retirada ou compra grande nas suas contas.

Este outono, o grupo financeiro desenvolveu uma idéia para aumentar o uso de telefones celulares com adesivos e sem necessidade de contato para telefone de cartão de crédito, em antecipação do aumento de telefones celulares que suporta tecnologia de frequência alta (HF) RFID que obedece as especificações da Comunicação de Campo Próximo (NFC). A compania espera que consumidores talvez venham normalmente à pagar por mercadorias e serviços usando o chip passivo RFID – que obedece NFC 13.56 MHz embutido no celular pela fabricante do telefone. A firma queria oferecer tal sistema para os clientes com uma targeta que pudesse ser afixada no exterior do telefone via um adesivo. A compania se reuniu com o Grupo Gigas, que fornece soluções para RFID, incluindo leitores, integração e software, para administrar os dados coletados pelos interrogadores, diz o Bruno Mecchi Gouvêa, o diretor do Grupo Gigas. O Grupo Gigas desenhou a targeta adesiva, assim como os interrogadores feitos com os leitors ICs da Austriamicrosystems. A fabricante da etiqueta pediu que ficasse anônima.

O plano píloto involve quatro lojas em São Paulo, incluindo um restaurante, um posto de gasolina e dois armazéns. Centenas de participantes foram fornecidos com um adesivo RFID contendo o logotipo da compania na frente, para usá-lo quando fazendo pagamentos nas quatro locações. Os participantes primeiro preencheram um formulário parecido com uma aplicação normal para cartão de crédito, fornecendo suas informações financeiras, endereço e nome.