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Costa Rica Conta com RFID para Monitorar Cédulas de Votação

No mês que vem, a nação vai começar a usar as targetas de EPC Gen2 assistidas por baterias para rastrear a coleção de sacos usados para o transporte de cédulas de votação.

5 de novembro de 2010 - Por Mary Catherine O'Connor

Costa Ricanos fizeram história no começo deste ano, elegendo sua primeira mulher presidente, Laura Chinchilla. Dezembro próximo vai haver outra inovação com as eleições daquele país. Identificação de Frequência de Rádio vai ser usada para rastrear e monitorar as sacolas de náilon nas quais as cédulas de votação preenchidas pelos eleitores são transferidas de cada ponto de votação em Costa Rica para o edifício central da divisão de contagem de votos localizada em São José, a capital do país. A meta é de se almentar a velocidade e apuração do processo de coleção, explica Wilbert De La Hormoza, o diretor do Grupo Diverscan, o sistema integrado que desenhou e vai lançar o sistema de RFID para as próximas eleições em Costa Rica, que vai acontecer no dia 5 de Dezembro de 2010.

Nas eleições passadas, os sacos eram verificados manualmente assim que eram trazidos para o edifício da central. Mas este processo é tedioso, De La Hormoza diz, e pode resultar em erros. Isto também toma muito tempo devido aos sacos, uma vez começam a chegar no edíficio central – lá pelas 6 da noite no dia das eleições – muitas vezes chegam em ultidão, causando com que o processo de recebimento se atraze. Usando a bateria passiva assistente (BAP) EPC Gen2 targeta de RFID para identificar cada saco assim que chegue ao edifício ele adiciona, deve reduzir-se bastante o tempo que leva os officiais eleitorais para processarem os sacos. Adicionalmente, o mesmo tipo de targetas BAP serão anexadas aos crachás de identificação emitidos para os observadores dos diversos partidos políticos, que virão ao edifício da central durante à noite da eleição. A intenção é de se coletar os dados que mostrem quais observadores chegaram no edifício e quando.

O sistema RFID já foi testado, De La Hormoza diz, e uma targeta de RFID para saco já foi emitida para cada um dos 5.250 pontos de votação que irão participar das eleições no dia 5 de dezembro ( a maior, eleição presidencial consiste de 7.000 pontos de votação, mas essa eleição não vai acontecer até 2014).

O Grupo Diverscan selecionou PowerID para prover o sistema, Motorola para prover os leitores, e o desenvolvimento de software idGen para prover software para coletar e filtrar a targeta de dados. A targeta Power ID PowerG-U403 mudada para operar em um espaço de 902 à 928 MHz, será anexada, via um adesivo fortificado, para cada saco de cédulas assim como nos crachás dos funcionários. A targeta obedece as normas do EPC Gen2, mas a bateria à bordo permite um alcance de leitura maior do que se veria na targeta totalmente passiva Gen2. O alcance de leitura da linha de targetas PowerG da compania, diz Erez Kahani, CEO da PowerID, é aproximadamente de 165 pés em área aberta.

Assim que chegarem ao edifício central, os sacos serão levados para dentro conduzidos em carrinho de mão por um portão leitor formado à volta da entrada, usando um leitor de posição fixa da Motorola, o XR480 e antenas da Motorola, para criar-se uma zona de leitura em volta de toda a entrada. Os sacos então serão levados por um corredor longo e, antes de entrarem na área onde as cédulas serão contadas, serão conduzidos para um segundo portão (que também usa o leitor e antena Motorola XR480), para que uma segunda área de leitura seja fornecida, no evento em que alguma targeta não tenha sido lida no primeiro portão. A cada vez em que a targeta é lida, o idGen software vai coletar a Identidade Única codificada para aquela targeta, assim como um selo cronológico, e irá enviar essa informação ao banco de dados, onde cada identificação é associada com o ponto de votação para o qual a targeta foi emitida.