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Impinj decola nova etiqueta para bagagem

Além disso, a tecnologia Enduro apresenta quatro protuberâncias no chip, o que o torna mais durável e menos suscetível a quebras, uma vez que as malas são transportadas por reboques ou estão sendo carregados e descarregados. O R6-B também apresenta espaço de armazenamento EPC ID que pode acomodar os requisitos da placa de licença dos ditames da IATA.

"O Monza 5 é uma tecnologia mais antiga, por isso é natural atualizar", diz Brasek. Considerando os recentes esforços das companhias aéreas para aumentar sua etiquetagem de bagagem RFID, acrescenta: "Este é um bom momento para conseguir isso". O novo chip tem as mesmas características do R6, mas é projetado especificamente para uso na indústria do espaço aéreo, explica a Impinj, pois foi desenvolvido para ser mais compatível com a infraestrutura de impressoras RFID existente nos aeroportos e companhias aéreas. "Já existe muita infraestrutura de RFID nos aeroportos", diz Brasek, "então optamos por modificar o R6 para fornecer uma transição mais suave com a infraestrutura existente [especialmente as impressoras]".

O novo chip permiti que as companhias aéreas e os aeroportos gerenciem melhor a bagagem etiquetada, movendo-a em esteiras rolantes
O RP 1740C tem estimulado companhias aéreas e aeroportos a começar a testar e implantar sistemas RFID para rastrear malas. Isso reduziu a incidência de bagagens mal distribuídas e, em alguns casos, forneceu conteúdo para os viajantes sobre a localização de suas malas. A Delta Air Lines, por exemplo, implantou esse sistema com todos os seus voos e fornece notificações push por meio de seu app Fly Delta para que os passageiros possam ver quando suas malas chegam ao terminal de bagagem e em qual terminal elas podem ser localizadas.

Este é um dos primeiros casos de uso em que os consumidores estão experimentando diretamente o benefício da tecnologia RFID, diz Brasek. Embora as tags sejam comumente anexadas a peças de vestuário e outros itens de varejo, é menos provável que os consumidores percebam a tecnologia nesses casos, ou visualizem qualquer maneira pela qual a tecnologia esteja aprimorando sua experiência. "Isso serve como um excelente exemplo de como as pessoas podem ganhar com interações RFID", diz.

Até novembro de 2018, a empresa espera estar produzindo os chips R6-B em larga escala. A Impinj antecipa que os benefícios iniciais serão para as empresas que ainda estão buscando a melhor tecnologia para cumprir o prazo de 2020 da IATA. "Não queremos que tenham que percorrer produtos ou fazer buscas no Google", afirma Brasek. "Queremos que pousem no produto R6-B".