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Organoides com RFID ajudam pesquisa científica

A prova de conceito ocorreu no laboratório, testando a eficácia da detecção do distúrbio genético da esteato-hepatite nos tecidos ativados por RFID. Para o teste, os cientistas usaram um processo de triagem fenotípica em um grupo de 10 organoides. Alguns dos organoides vieram de doadores saudáveis, enquanto outros estavam doentes.

A equipe de pesquisa desenvolveu um chip RFID em uma única etapa, com a piscina RiO localizada na bancada. Um microscópio integrado, ao mesmo tempo, usa fluorescência para identificar automaticamente o acúmulo de lipídios (e, portanto, a presença da esteato-hepatite) nos tecidos.

Em um ambiente típico, os organoides seriam detectados automaticamente. Dessa forma, o sistema poderia identificar uma doença que poderia ser processada de outras formas.

No caso do piloto RiO, a equipe avaliou se poderia ou não ter sido comprometida, e descobriram, de fato, que o chip tinha efeito limitado. "Eles analisam sua capacidade de transportar e acumular gordura", diz Takebe, "contatando que a presença do chip RFID nos organoides não parece afetar a estrutura e as funções nativas". Os pesquisadores também testaram os chips RFID no congelamento por nitrogênio líquido, e continuaram a funcionar adequadamente.

A tecnologia RFID poderá ser usada no futuro para reconhecer os fatores que fazem com que as pessoas com deficiência tenham um gatilho para doenças.

O que o grupo descobriu, diz Takebe, é que "a abordagem de ‘piscina’ em RiO será uma maneira eficiente para determinar fenótipos individualizados em um cenário de alto rendimento". Ele diz que está em conversas com várias empresas farmacêuticas que gostariam de testar o sistema com chips RFID, leitores e software que podem capturar, gerenciar e exibir os dados de leitura RFID juntamente com os resultados dos testes.