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Tags RFID são impressas com fotos coloridas

Essa imagem digital está vinculada aos outros dados de identificação do indivíduo no software e o funcionário seleciona o aviso para imprimir um cartão. Quando o crachá está sendo impresso, diz Strobel, "é codificado primeiro e depois verifica o ID lendo a tag". Se a tag não puder ser lida corretamente, a etiqueta será impressa com um "X" vermelho por cima. Os cartões acabados são cortados com um cortador estilo guilhotina interno e, em seguida, são dispensados um de cada vez.

Os crachás impressos podem ser programados no software para que expirem automaticamente. Isso pode ser conseguido através da desativação dos dados RFID que foram codificados após um determinado período de tempo desde a emissão, diz Strobel, ou usando um material de crachá especial. O selo em si pode ler "VOID" ou "EXPIRED" após um período de tempo. "Empresas como a Brady vendem esses crachás especiais que expiram em jato de tinta e que são imprimíveis a jato de tinta pelo RX500", afirma.

Mark D. Strobel
Se uma empresa tiver leitores RFID instalados, esses dispositivos poderão capturar identificações de tag à medida que cada visitante percorrer sua área. Esses dados podem permitir que uma empresa saiba onde os visitantes estão localizados e receber um alerta se alguém entrar em uma área não autorizada. As informações também podem ser coletadas para fornecer dados históricos sobre onde os visitantes estavam em determinado momento, quanto tempo ficaram e com que frequência visitaram.

O sistema é projetado não apenas para crachás de visitantes nas instalações de uma empresa, mas também para locais como feiras comerciais. Os participantes podem usar os crachás para controle de acesso, enquanto os dados podem ser coletados, como por quanto tempo um convidado passou em determinado estande, bem como quais padrões de tráfego são criados. A impressora também pode produzir etiquetas a serem usadas para identificar ativos, como laptops ou outros dispositivos. Dessa forma, uma empresa pode saber onde seus ativos estão localizados, quando saem do prédio e (se estão sendo usados crachás) quem está removendo esses itens. Se um indivíduo não tiver permissão para fazê-lo, um alerta poderá ser emitido para a gerência.

O dispositivo vem com um módulo codificador de leitor RFID UHF da Honeywell. A resolução de impressão é de até 4.800 dpi, enquanto a velocidade de impressão é de cerca de 63,5 milímetros por segundo para impressão e codificação em massa. A impressora foi projetada para ser móvel. Vem com um driver baseado em MS Windows e um kit de desenvolvedores de software com o qual os provedores de soluções podem criar um sistema completo.

Os usuários podem comprar as impressoras na loja online da Primera Technology por US$ 2.495. A impressora também está disponível por meio de revendedores e integradores de sistemas. Segundo a Primera, várias agências e empresas em breve estarão testando a impressora. No futuro, a empresa pode optar por lançar um cartão ou tag passivo baseado em HF ou NFC de 13,56 MHz.