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RFID atrai interesse para segurança local

A Microcom acredita no uso da tecnologia para aumentar a segurança em parques, estádios e cinemas, com soluções híbridas UHF e NFC

Por Claire Swedberg

19 de janeiro de 2018 - A segurança pública está cada vez mais sob análise por gestores de locais de eventos, desde parques de diversões até festivais de música. Não só as catástrofes naturais, mas também os acidentes e a violência armada que foram notícia, preocupam aqueles que reúnem pessoas e que estão buscando soluções baseadas em tecnologia para reduzir os riscos em suas instalações.

Assim, a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) está recebendo atenção especial de alguns, como uma solução que pode entender melhor quem está nos locais públicos a qualquer momento, bem como onde e quando ocorre um incidente, desde filas longas até um acidente no local. Um número maior de empresas já adota ou fala em implantar soluções RFID da empresa de tecnologia Microcom Corp., que oferece impressão de tickets RFID há 15 anos.

Muitos dos que não estão implantando RFID de alguma forma em suas soluções de emissão de bilhetes estão pelo menos investigando a tecnologia, diz David Dezse, presidente e CEO da Microcom. Isso, em parte, é porque o custo de propriedade caiu: os telefones são capazes de ler os bilhetes da Near Field Communication (NFC), os preços das tags caíram e as redes de leitores de RFID UHF estão se tornando mais fáceis de instalar a um custo menor. No entanto, observa, as conversas iniciais se centram em torno do controle de acesso, e essa é apenas a ponta do iceberg.

Os clientes da Microcom Corp incluem parques de diversões, festivais, estádios e salas de cinema. A empresa oferece software baseado em nuvem para gerenciar dados de leitura RFID e também instala leitores fixos e seleciona hardware. Funciona com leitores e tags de uma variedade de fornecedores de RFID, diz Dezse, dependendo de um aplicativo específico.

Por motivo de segurança, alguns gestores de eventos estão começando a implantar RFID para não apenas controlar quem entra e sai de um concerto ou outro local, mas também gerencia onde os indivíduos vão e onde podem ser encontrados em caso de emergência. A tecnologia também pode vincular informações sobre cada convidado para um ticket específico, permitindo que o local evite que pessoas perigosas entrem.

A Microcom entrou no mercado de RFID como uma das primeiras a imprimir ingresso e monitorar a bagagem das linhas aéreas. Desde então, forneceu impressoras que podem imprimir e codificar bilhetes ou tags RFID NFC e UHF, enquanto os casos de uso potencial cresceram. A empresa decidiu, em 2015, oferecer soluções para locais, incluindo tags em ingressos, leitores e software baseado em nuvem. O resultado, diz Dezse, é um sistema cujo potencial é limitado apenas pela imaginação.