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Loja de sapatos agrada consumidores

Outra tendência em alta é o OmniChannel que, de acordo com Kichel, virou uma febre. “Temos cerca de 40 clientes vendendo em lojas físicas conjuntamente com e-commerce e emarket places. Várias dessas empresas estão procurando RFID para controle de estoque, porque é a única tecnologia que permite 100% de integração entre os canais”, declara.

A Sapati é um laboratório utilizado para testar novas tecnologias criadas pela SetaDigital antes de serem disponibilizadas no mercado. Todo o lucro das vendas no estabelecimento é reinvestido no projeto. A Sapati consegue traduzir o problema do cliente, que muitas vezes não sabe o que quer, já que não entende de tecnologia.

Primeiro, o cliente toca o sapato no leitor RFID e, depois, grava o produto no cartão, que funciona como carrinho virtual de compras
"Com a loja, conseguimos avaliar as dores do setor, desenvolver ferramentas, testar e apresentar ao mercado uma solução madura, pronta para sanar os gargalos”, explica Kichel, acrescentando que a companhia investe anualmente R$ 1 milhão em inovação.

A SetaDigital está investindo R$ 1,5 milhão para expandir o seu atendimento para países da América Latina, como Peru, Chile, México, Argentina e, posteriormente, para os Estados Unidos. Nessas regiões, segundo Kichel, há apenas softwares genéricos, ou seja, que não atendem ao setor de ponta a ponta. Nos Estados Unidos, está o maior consumo per capita de calçados do mundo.

Nascida com a missão de desenvolver e fornecer software e serviços para o varejo calçadista, contribuindo para o sucesso de seus clientes, a SetaDigital está há 12 anos no mercado e atende mais de 1.500 lojas em todo o Brasil, formando uma grande comunidade de players de um mesmo mercado.