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Estudo de Caso: Zoológico monitora saúde de seus animais

O zoo e jardim botânico de Cincinnati, nos EUA, equipou 13 de seus pinguins com etiquetas RFID e instalou leitores em suas piscinas

Por Claire Swedberg

24 de agosto de 2017 - Durante anos, a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) serviu o reino animal, a agricultura e a pesquisa acadêmica, inclusive no rastreamento de animais de estimação, mas o Cincinnati Zoo & Botanical Garden, nos Estados Unidos (EUA), pode ser o primeiro zoológico e jardim botânico a incorporar RFID para rastrear o comportamento e saúde dos pinguins. As tags RFID passivas de ultra-alta frequência (UHF) anexadas às asas de 13 "pinguins pequenos" ajudam o zoológico a criar uma nova medida quanto à quantidade de água que os pássaros precisam para prevenir uma infecção bacteriana conhecida como bumblefoot. Cada vez que os pinguins etiquetados passam por antenas ao redor de sua piscina, o sistema entende melhor seu comportamento de natação.

O zoológico de Cincinnati possui aproximadamente 30 pinguins pequenos, a maior colônia da América do Norte. Esses pássaros aquáticos, nativos da Nova Zelândia, vivem uma vida mais sedentária em cativeiro do que na natureza. Tipicamente, são alimentados com refeição de peixe, krill ou lulas fora da água, e não precisam perseguir suas presas. Na natureza, por outro lado, os pinguins devem nadar para comer. Uma consequência desse estilo de vida é uma condição conhecida como bumblefoot - algo que é inexistente em pinguins selvagens. Bumblefoot se remete à formação de "bumbles" (feridas) que causam inchaço da almofada no pé.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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