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Campus Inteligente da Facens usa RFID e IoT

O objetivo da iniciativa é formar líderes capazes de resolver problemas de modo colaborativo, gerando produtos e serviços de valor agregado à sociedade

Por Edson Perin

1 de agosto de 2017 - A Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens) está aprimorando o seu Programa Smart Campus (ou Campus Inteligente), que tem como missão ser um ecossistema de formação de lideranças capazes de resolver colaborativamente problemas emergentes da sociedade, gerando produtos e serviços de alto valor agregado. A iniciativa utiliza diversas tecnologias, incluindo a de identificação por radiofrequência (RFID), e o conceito de Internet das Coisas (IoT, do inglês, Internet of Things) para atingir seus objetivos.

O Smart Facens visa a apoiar a formação do que chama de "engenheiro cidadão", por meio da solução de problemas reais, com a finalidade de multiplicá-los ao contexto urbano. Assim, o Campus Inteligente adota diversas soluções do conceito de Cidades Inteligentes (ou, em inglês, Smart Cities), com enfoque em Educação, Energia, Indústria e Negócios, Meio Ambiente, Mobilidade e Segurança, Saúde e Qualidade de Vida, Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Urbanização.

A Prof. Dra. Regiane Relva Romano mostra o painel com informações em tempo real sobre o Smart Campus
O Programa Smart Campus Facens desenvolve, implanta, testa, analisa e replica soluções para Cidades Inteligentes no campus universitário como uma área para estudos das soluções que possam ser replicadas nas cidades. Assim, prioriza a transformação de problemas reais em soluções aplicáveis no contexto urbano, alinhando-as com as necessidades, crises e desafios do Brasil para as próximas décadas.

De acordo com a Professora Doutora Regiane Relva Romano, responsável pela implantação das tecnologias avançadas que suportam a iniciativa, a tecnologia RFID e o conceito de IoT permeiam diversas partes do projeto.

"Nós usamos a RFID no controle de acesso de veículos e de pedestres. Agora, já para o próximo ano, utilizaremos na biblioteca e no laboratório de Indústria 4.0, que está sendo montado", explica Regiane, adicionando que os livros passarão a ter tags de identificação por radiofrequência individualmente, o que facilitará tanto a localização de cada obra como o controle sobre o seu estado de conservação, entre outros benefícios.