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Estudo de Caso: Jockey Club certifica puro-sangue com tecnologia

Controle norte-americano de raça de cavalo exige o uso de tags RFID para rastrear todos os 22.500 novos potros registrados a partir deste ano

Por Claire Swedberg

13 de fevereiro de 2017 - Cada potro puro-sangue nascido a partir deste ano nos Estados Unidos (EUA) deve ser etiquetado com uma tag RFID de baixa frequência (LF), de 134,2 kHz, compatível com os padrões ISO 11784 e 11785, para ser inscrito no registro de raça do The Jockey Club norte-americano. O número de identificação de cada tag, que ajuda a identificar o cavalo, juntamente com os seus dados de DNA, descrições de marcação visíveis e tatuagens de lábios serão armazenados pelo Jockey Club com um Certificate of Foal Registration (Certificado de Registro de Potro), para ajudar a confirmar a identidade de cada animal. A etiqueta, diz Rick Bailey, secretário do Jockey Club, ajudará a garantir a autenticidade do cavalo durante leilões públicos, em corridas e potencialmente em vendas privadas, desde que os participantes tenham um leitor RFID portátil para interrogar as tags.

O Jockey Club, formado em 1894, mantém o chamado The American Stud Book, um registro de cavalos de puro-sangue, a maioria dos quais para competir em corridas. Os participantes no programa de registro - proprietários de potros - recebem um kit de registro e amostragem genética (para análise de DNA, baseada no pelo do animal), quando enviam um Live Foal Report (Relatório de Potro Vivo). O registro também controla detalhes como a nomeação de potros com base em convenções específicas. Em uma venda ou outra transação, ou quando um cavalo se destina a corrida, o registro deve ser acessado, os dados do animal conferidos no registro e, depois, o próprio cavalo passa por inspeção.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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