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RFID impulsiona visitas a museu

Depois de implantar uma gincana educativa com tarefas para jovens visitantes, o Museu de Houston para Crianças viu aumentar sua adesão de 20% a 30%

Por Claire Swedberg

6 de julho de 2016 - Em novembro passado, o Children's Museum of Houston (Museu de Houston para Crianças) lançou uma caçada chamada de Special Elite Crime Resolution and Espionage Team (SECRET). A brincadeira requer que jovens, com idades entre seis e 12 anos, completem uma série de missões que podem exigir várias visitas ao museu, bem como muitas horas de jogo e trabalho duro por parte das crianças e seus pais. O jogo está habilitado pela tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) passiva de baixa frequência (LF) para conectar cada jogador às missões por uma pulseira RFID conhecida como Codex.

Desde que colocou o sistema para funcionar, o museu tem aumentado o número de sócios, de acordo com Keith T. Ostfeld, diretor de tecnologia educacional e desenvolvimento para exposições da instituição. Isso, diz ele, ocorre porque os jogadores, depois de completar uma ou duas missões, precisam voltar para mais desafios, o que torna o ato de associar-se mais econômico para as famílias comprarem bilhetes.

Num quiosque de briefing da missão, um leitor de RFID captura o número de identificação embutido na pulseira Codex de um jogador
O objetivo de cada jogador durante cada missão é proteger uma veia do subterrâneo de cristais que emitem energias estranhas que poderiam revolucionar a forma como o mundo obtém seu poder. Ao fazê-lo, eles também devem frustrar Ridiculously Intelligent Villainous Agent's League (RIVAL), uma organização do mal que está tentando roubar os cristais.

O jogo em si é projetado para exercitar a mente e o corpo, explica Ostfeld. "O objetivo desta experiência é incentivar as crianças a utilizar suas habilidades", diz ele, incluindo a resolução de problemas, observação e tomada de decisão lógica. Cada criança (com a ajuda de um dos pais) se inscreve em uma série de seis missões que envolvem uma variedade de tarefas, como caminhar pelo museu, em busca de pistas, negociando labirintos, resolvendo enigmas, realizando cálculos e respondendo a perguntas em quiosques. Ostfeld define o jogo como um treino tanto mental como físico, que foi concebido para que os clientes se movam por toda a instalação.

Cada jogador usa uma pulseira contendo um chip RFID 125 kHz EM4200 LF, da EM Microelectronic
Primeiro, o participante paga uma taxa de US$ 20 para a primeira missão e US$ 10 para cada subsequente. Cada jogador recebe uma pulseira Codex contendo um chip RFID EM Microelectronic EM4200 125 kHz LF. Cada criança recebe também alguns dispositivos, como uma lupa e uma lanterna. Os participantes podem levar a pulseira e as ferramentas quando saem do museu.

O Children's Museum of Houston trabalhou com a Schell Games para desenvolver a caça ao tesouro, incluindo software que armazena o número de identificação da pulseira e as informações de cada missão que uma criança participa. Embora o software não colete os nomes dos jogadores, obtém as respostas a três perguntas, tais como "Qual é o seu número de seu telefone?" Assim, quando uma criança perde uma pulseira, pode acessar seu histórico e vincular-se a uma nova pulseira.