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Editorial: Pequeno varejista abandona RFID

Tudo indica que o uso de etiquetas de baixa qualidade e a má gestão dos processos foram as causas principais

Por Mark Roberti

8 de julho de 2015 - Em 2010, publicamos um artigo sobre a Peltz Shoes, que havia adotado identificação por radiofrequência (RFID) para rastrear calçados em suas quatro lojas. A empresa disse que tinha inserido etiquetas em cada caixa de sapatos, realizado cinco contagens de inventário e economizado 1.500 horas-homem de trabalho, enquanto aumentou a precisão dos estoques. Na semana passada, a Peltz lançou um comunicado de imprensa anunciando que estava abandonando a RFID. Hã?

Foi estranho, porque as empresas não costumam colocar comunicados de imprensa, quando param de usar uma tecnologia nova (ou velha). O comunicado dizia: "Parte do problema foi que a impressora RFID imprimiria etiquetas inativas que eram indetectáveis até que a contagem do ciclo de inventário fosse iniciada. Além disso, se um associado erroneamente colocasse o rótulo errado em uma caixa, o inventário não seria contado corretamente. Ambos os problemas causaram outro custo: de trabalho inesperado para remover as etiquetas das caixas para reetiquetar e recontar os estoques.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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