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Estudo de Caso: Itália ataca o problema do lixo

O consórcio de coleta e tratamento de lixo Cosmari implantou uma solução RFID que permitiu o aumento da reciclagem e obteve retorno sobre o investimento

Por Jennifer Zaino

26 de março de 2015 - A Itália é conhecida pela produção de vinhos finos, produtos de couro high-end, Ferraris e outros artigos de luxo. Menos conhecido é o fato de o país gerar cerca de 30 milhões de toneladas de resíduos domésticos por ano. A nação está realizando atualmente a reciclagem de 40 por cento dos resíduos e um esforço nacional está em andamento para aumentar a percentagem para 65 por cento, de acordo com Giuseppe Giampaoli, diretor-geral do Cosmari, o consórcio de coleta de resíduos que serve um grande número de municípios de Macerata, região no centro da Itália.

"Não é fácil encontrar lugares para armazenar resíduos não reciclados", diz Giampaoli, "normalmente, queimamos em plantas especiais". Como tal, muitos municípios precisam exportar resíduos recolhidos e pagar os importadores, que podem ser países estrangeiros, que lidam com o seu descarte. Mas, se os resíduos são diferenciados, isto é, se os materiais recicláveis são classificados por classe (plástico, papel, metal e assim por diante) podem ser vendidos para empresas que querem usá-los como matéria-prima. "Então, uma meta muito importante para um município", acrescenta, "é incrementar a quantidade de resíduos diferenciados e reduzir o desperdício em geral".

Clique aqui e leia o Estudo de Caso na íntegra.

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