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Loja de móveis melhora experiência de clientes

A varejista londrina John Lewis está testando RFID para permitir aos clientes visualizar móveis selecionados e revestimentos, em um monitor de computador

Por Claire Swedberg

3 de novembro de 2014 - A varejista de mobiliário John Lewis, do Reino Unido, lançou um teste de RFID em sua loja de Londres que permitirá aos compradores visualizar uma imagem de uma cadeira ou sofá com o tipo de revestimento de tecido desejado, usando peças miniaturizadas de mobiliário e amostras de tecido. O sistema inclui um leitor de baixa frequência (LF), construído no balcão e tags RFID passivas.

A loja já oferece aos clientes um serviço conhecido como Any Shape, Any Fabric (Qualquer Forma, Qualquer Tecido), para os potenciais compradores poderem selecionar cartas de um monitor na parede, representando um modelo de cadeira ou sofá, além de cartões dedicados a tipos e cores de tecido específicos. Os clientes podem inserir manualmente os detalhes impressos nas cartas em um computador na loja, a fim de ver como essa peça de mobiliário ficaria com o tecido selecionado. No entanto, a equipe de inovação da John Lewis, dirigida por John Vary, gerente de inovação de TI da empresa, queria uma opção tecnológica para fazer a experimentação de formas e cores mais simples e divertida.

No protótipo, quando um modelo de mobiliário com etiquetas RFID e amostra de tecido são colocados em cima do leitor de RFID, a tela de vídeo exibe o resultado
A equipe de Vary desenvolveu um sistema com etiquetas RFID LF passivas para transmitir uma identificação única para cada forma ou tecido, bem como um software (desenvolvido in-house) para combinar as seleções de tecido e formas e, em seguida, mostrar uma imagem do item em um monitor.

Vary diz que ele e dois membros da equipe começaram a construir a desenvolver a solução RFID em março de 2014. Eles já estavam familiarizados com a tecnologia RFID, explica ele, e sabiam que LF seria uma opção melhor que a alta freqüência (HF) ou ultra alta frequência (UHF), o que poderia resultar em leituras amplas demais, devido ao maior alcance dos interrogadores. Eles começaram, então, a projetar o software para gerenciar os dados coletados dos leitores com as etiquetas RFID para formas e pedaços de tecido, durante a instalação de um leitor de LF em uma bancada. Vary não revela qual o modelo de leitor RFID que está sendo usado.