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Artigo: Internet das Coisas inseguras

Poderiam as estrelas hackeadas de Hollywood, inadvertidamente, ter inaugurado uma fundação pela melhor segurança dos bilhões de dispositivos da Internet das Coisas?

Por Mary Catherine O'Connor

9 de setembro de 2014 - A emergente Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) está cheia de buracos de segurança e permanecerá assim até que a própria Internet seja melhor protegida. De acordo com The Economist, em 2013 mais de 800 milhões de registros digitais, tais como informações de cartões de crédito e débito, "foram capturados ou perdidos, três vezes mais do que em 2012".

Bem antes de Tony Fadell ter feito aNest, a casa dos termostatos de iPod, e muito antes de o Google ter adquirido a mesma Nest por US$ 3,2 bilhões, os especialistas de segurança cibernética já estavam levantando bandeiras vermelhas sobre as vulnerabilidades em torno de dispositivos conectados à internet. Assim como o número, forma e ubiquidade dos dispositivos conectados à internet, as preocupações também cresceram. No ano passado, o grupo Fortify on Demand, da Hewlett Packard, que oferece serviços de segurança, iniciou uma campanha de sensibilização em torno de uma lista das 10 maiores vulnerabilidades de segurança da IoT. Esta lista variou de configurações de segurança que não possuem opções de configuração para as questões centrais em torno da insegurança da web, celular e interfaces baseadas em nuvem. Este ano, a Fortify on Demand colocou suas teorias para testar, analisando as características de segurança (ou a falta delas) em 10 aparelhos populares em alguns dos nichos mais comuns da Internet das Coisas.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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