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Cruz Vermelha Britânica localiza equipamentos facilmente

A agência usa etiquetas passivas e leitores RFID para localizar ativos durante emergências, reduzindo o risco de perdas ou subutilização

Por Claire Swedberg

13 de janeiro de 2014 - A British Red Cross (Cruz Vermelha Britânica) está testando um sistema de identificação por radiofrequência (RFID) em seu armazém de Bristol e na sede em Londres, para localizar equipamentos utilizados durante emergências ao redor do mundo. Cerca de 500 ativos, tais como laptops, telefones por satélite, empilhadeiras, veículos e geradores, estão sendo equipados com etiquetas RFID passivas UHF, lidas por interrogadores portáteis quando os itens são enviados para serem utilizados por voluntários e, novamente, quando retornam. Se a Cruz Vermelha considerar que a tecnologia funciona de forma eficaz, os planos da agência são de implantar a tecnologia em todo o mundo. A agência espera aplicar tags em cerca de 5.000 ativos.

O sistema, fornecido pela AIDC Solutions, permite gerenciar ativos em uso pelos voluntários da agência, de acordo com David Myers, diretor de operações da AIDC.

A Cruz Vermelha Britânica planeja usar tags RFID passivas EPC UHF e leitores em seus armazéns para localizar equipamentos
The International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies (IFRC) mantém filiais em 187 países que respondem a crises ao redor do mundo. Essas sucursais enviam voluntários para emergência locais, muitas vezes trabalhando em um esforço coordenado internacionalmente para fornecer ajuda humanitária e, em seguida, apoiar as comunidades ao longo de sua recuperação. Na Cruz Vermelha Britânica (como acontece com outros ramos FICV), voluntários e equipes técnicas são normalmente enviados para o local com o equipamento da Cruz Vermelha, como laptops e telefones por satélite. Quando o serviço de um voluntário termina, esses ativos precisam retornar. Este sistema pode levar a confusões sobre onde o equipamento está localizado, explica David Northfield, oficial de apoio logístico da Cruz Vermelha Britânica.

A quantidade de equipamentos enviados para sites de emergência está aumentando, constata Northfield. Neste momento, os sites podem exigir não só telefones celulares, laptops ou equipamentos de construção, mas também dispositivos de medição sofisticados. "Precisamos estar preparados para contabilizar esses ativos", diz ele, "e prestar contas aos nossos doadores".

A Cruz Vermelha Britânica pretende ter visibilidade sobre cada equipamento específico e sua localização, bem como quem é responsável por esses ativos e quando um item está sendo subutilizado, baseado na permanência no armazém por um longo período de tempo. A solução irá incluir tags UHF RFID Omni-ID afixadas nos ativos, leitores portáteis implantados em locais de emergência e o software TransitionWorks rodando em servidor próprio da Cruz Vermelha Britânica.