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Leia em Notas do Editor: Não saber é a parte mais difícil

Se você está tentando localizar a bagagem perdida ou um carregamento de peças importantes, a falta de visibilidade impede de fazer planos de contingência

Por Mark Roberti

15 de outubro de 2013 - Fui suficientemente tolo para escrever, recentemente, sobre as companhias aéreas e o valor potencial da identificação por radiofrequência (RFID) para rastrear bagagens de passageiros (leia em Companhias aéreas podem se beneficiar da RFID). Lógico que, na primeira viagem que fiz ao exterior, o meu voo de Nova York para Londres atrasou quatro horas. Eu fiz uma conexão por Marselha, França, onde falei no CNRFID sobre o uso de identificação por radiofrequência nas agências governamentais, sem que a minha mala pudesse ter feito o mesmo. E a experiência de ficar sem a minha bagagem me deu uma luz: não saber é a parte mais difícil.

O pessoal de manuseio de bagagens no aeroporto de Marselha foi muito útil. Uma jovem me disse que não seria possível localizar a minha mala em seu sistema, mas enviou uma nota para a British Airways de Marselha. Eu disse para a mulher que eu ficaria na cidade apenas por um curto período de tempo e depois iria para Barcelona, antes de retornar a Londres para o evento RFID Journal LIVE! Europa, que será realizado hoje, dia 15 de outubro. "Sem problema", disse ela. "Eu vou fazer uma anotação no sistema. O senhor será informado via texto, quanto à localização de sua bagagem".

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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